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Leitura: Michelle pede ajuste em PL para proteger vítimas de estupro
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Porta dos Empregos > Política > Michelle pede ajuste em PL para proteger vítimas de estupro
Política

Michelle pede ajuste em PL para proteger vítimas de estupro

Porta dos Empregos
Ultima atualização 24 de junho de 2024 23:08
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Michelle pede ajuste em PL para proteger vitimas de estupro.jpg
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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, presidente do PL Mulher, se manifestou sobre o projeto de lei 1904/2024, que equipara o aborto após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio. Segundo ela, é preciso fazer algumas alterações no texto para proteger as mães vítimas de estupro e os bebês.

Antes de apresentar suas sugestões para o texto, Michelle deixou claro que, ao contrário do que a esquerda e a imprensa divulgaram, em nenhum momento o projeto apresentado pune a conduta de meninas menores de 18 anos, pois no Brasil crianças e adolescentes são inimputáveis.

– Portanto, a gritaria da esquerda é apenas mais uma de suas mentiras usadas para atingir seu objetivo nefasto de legalizar de vez a destruição das vidas dos nossos bebês inocentes – disse ela.

E continuou:

– Mesmo tratando apenas de adultos, na minha visão, alguns pontos do projeto de lei precisariam ser melhor abordados e outros necessitariam ser reformulados com a cuidadosa observância de que a mãe, vítima de estupro e o bebê não podem ser penalizados com as eventuais alterações da lei. Os legisladores devem encontrar formas de impedir o aborto, punindo o aborteiro e sem penalizar a mulher que foi vítima de estupro e engravidou por causa dessa barbaridade.

Michelle Bolsonaro apresentou três alterações para o PL 1904/2024, a primeira é aumentar as penas mínima e máxima para o crime de estupro.

– Queremos punição severa para estupradores com aumento das penas mínima e máxima. O cumprimento integral da pena, sem progressão de regime e sem saídinhas, salvo se, depois de cumprir dois terços da pena, o criminoso se submeter a castração química. Com isso, acreditamos que o número de estupros será reduzido drasticamente. Consequentemente, não se pensará em matar bebês por esse motivo e todos ficarão mais seguros – declarou.

A ex-primeira-dama também sugeriu um texto que deixe claro que a gestante não será condenada por escolher o aborto em casos de estupro. Mas, terá que registrar o crime em um boletim de ocorrência.

– Responderão pelo crime todas as pessoas, exceto a mãe vítima de estupro, que contribuírem ou realizarem o aborto de bebês com mais de 5 meses e meio às 22 semanas de gestação. Essa medida aumenta as chances de bloquear a execução do crime, salvando as vidas dos bebês.

complexidade.

Michelle tem se manifestado publicamente, inclusive nas redes sociais, contra a assistolia fetal, um método utilizado para o aborto em gestações avançadas.

Em um post fixado em suas redes sociais, Michelle expressou sua oposição à liminar do ministro Alexandre de Moraes, que reverteu a decisão do Conselho Federal de Medicina de proibir a assistolia fetal — um procedimento que interrompe os batimentos cardíacos do feto, permitindo o aborto em estágios mais avançados da gravidez.

No sábado (15/6), durante um evento em Teresina, Piauí, Michelle reiterou sua posição contrária à assistolia fetal, embora não tenha mencionado diretamente o projeto de lei sobre o aborto.

 

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