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Política

Uniões consensuais ultrapassam casamentos no Brasil

Porta dos Empregos
Ultima atualização 5 de novembro de 2025 14:23
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Unioes consensuais ultrapassam casamentos no Brasil.jpg
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Cai número de casamentos religiosos e civis. Crescem uniões consensuais, além de uniões homoafetivas. Veja os dados do Censo



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Pela primeira vez na história, as uniões consensuais, aquelas não formalizadas no civil nem no religioso, tornaram-se a forma mais comum de relacionamento no Brasil. Segundo o Censo Demográfico 2022: Nupcialidade e Família – Resultados preliminares da amostra, divulgado nesta quarta-feira (5) pelo IBGE, 38,9% das pessoas de 10 anos ou mais que vivem em união conjugal optam por esse tipo de relação. Já o casamento civil e religioso, até então majoritário, caiu para 37,9%. Veja mais na TVT News.

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No total, 51,3% da população brasileira de 10 anos ou mais vivia em união conjugal em 2022, o equivalente a 90,3 milhões de pessoas. Em 2010, esse percentual era de 50,1%; em 2000, de 49,5%. O estudo também mostra que, em 22 anos, cresceu o número de pessoas que já viveram algum tipo de união e se separaram — de 11,9% para 18,6% —, enquanto diminuiu o grupo dos que nunca se uniram — de 38,6% para 30,1%.

“O aumento na proporção de uniões consensuais reforça as mudanças comportamentais que têm sido experimentadas na sociedade brasileira, quando as uniões no civil e religioso vêm perdendo espaço para as uniões não formalizadas. No entanto, vale ressaltar que as uniões consensuais podem ser registradas em cartório ou não”, explica Luciene Longo, analista da pesquisa.

A divulgação dos dados ocorreu em evento no Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa, em Aracaju, com transmissão pelo IBGE Digital.

Casamento religioso e civil no Censo

Entre 2000 e 2022, o percentual de casamentos realizados apenas no civil subiu de 17,5% para 20,5%, enquanto as uniões consensuais avançaram de 28,6% para 38,9%. Em contrapartida, os casamentos no civil e religioso caíram de 49,4% para 37,9%, e os realizados apenas no religioso, de 4,4% para 2,6%.

A pesquisa mostra que o tipo de união varia conforme a religião, a raça e o nível de renda. Entre católicos e evangélicos, ainda prevalece o casamento civil e religioso (40% e 40,9%, respectivamente). Já entre os sem religião, 62,5% vivem em união consensual.

O comportamento também muda entre grupos raciais: o casamento civil e religioso predomina entre brancos (46%) e amarelos (48,2%), enquanto a união consensual é mais frequente entre indígenas (56%), pretos (46,1%) e pardos (43,8%).

Diferenças regionais e de renda

As uniões consensuais são mais comuns nas regiões Norte e Nordeste. No Amapá, por exemplo, 62,6% dos casais vivem nesse tipo de relação, mesmo com leve recuo em relação a 2010 (63,5%). Santa Catarina (58,4%), Rondônia (55,4%) e Paraná (55,3%) registram as maiores proporções de pessoas vivendo em união conjugal. Já Amapá (47,1%), Distrito Federal (47,7%) e Amazonas (48,1%) têm os menores percentuais.

A renda também influencia o tipo de união: entre pessoas com rendimento domiciliar per capita de até meio salário mínimo, 52,1% das uniões são consensuais. Já entre aqueles com renda superior a cinco salários mínimos, predominam os casamentos no civil e religioso (54,3%).

Mulheres se unem mais novas, mas diferença diminui

Os dados mostram que as mulheres continuam se unindo mais cedo do que os homens, mas a diferença vem diminuindo. A idade média à primeira união passou de 24,2 anos em 2000 para 25,0 anos em 2022. Entre os homens, a média é de 26,3 anos; entre as mulheres, 23,6.

Nas regiões Sudeste e Sul, a idade média é maior. No Sudeste, por exemplo, os homens se unem pela primeira vez aos 27,2 anos, e as mulheres, aos 24,6.

“Isso reflete a maior expectativa de vida das mulheres. Com uma maior longevidade feminina, aumenta a proporção de mulheres nunca unidas e aquelas que passam a viver sem seus cônjuges ou companheiros, seja por separação ou viuvez”, explica Luciene Longo.

Mais diversidade: uniões homoafetivas crescem quase oito vezes

As uniões entre pessoas do mesmo sexo cresceram de forma expressiva nas últimas duas décadas. Em 2010, o Censo registrava cerca de 58 mil uniões homoafetivas, o equivalente a 0,1% das unidades domésticas. Em 2022, esse número saltou para 480 mil (0,7%).

Entre essas uniões, 77,6% são consensuais, 13,5% foram formalizadas apenas no civil e 7,7% no civil e religioso. A maioria (58,2%) é formada por mulheres.

O estudo também aponta maior escolaridade entre os casais do mesmo sexo: 31% têm ensino superior completo, ante 25,8% em 2010. Religiosamente, 45% se declaram católicos e 21,9% sem religião.

Regionalmente, o Sudeste concentra quase metade das uniões homoafetivas do país (48,1%).

Endogamia ainda prevalece, mas tende a cair

Apesar da maior diversidade nas uniões, a endogamia, quando os parceiros pertencem ao mesmo grupo de cor, raça ou escolaridade ainda, predomina. Em 2022, 67% das pessoas viviam com parceiros do mesmo grupo racial, contra 70,9% em 2000.

“Cor, raça, escolaridade e religião são importantes na escolha do cônjuge, pois representam atributos pessoais e sociais. No entanto, essas barreiras estão diminuindo à medida que cresce a convivência entre grupos distintos”, analisa Luciene Longo.

A endogamia é mais forte entre brancos (70,4%) e pardos (69,7%). Entre pessoas com ensino superior, os homens ainda mostram maior seletividade: 68,5% dos homens com diploma universitário se uniram a mulheres do mesmo nível educacional, contra 52,3% entre as mulheres.

Transformações sociais e culturais

O avanço das uniões consensuais reflete profundas mudanças culturais e econômicas no país, segundo o IBGE. A combinação entre maior escolaridade feminina, autonomia financeira, diversificação religiosa e novos valores sobre família e casamento explica a consolidação de um modelo mais plural de relações afetivas.

A analista Luciene Longo resume o fenômeno como um retrato de um Brasil em transição:

“As uniões consensuais cresceram em todas as regiões e classes sociais, o que mostra um comportamento cada vez mais individualizado e menos dependente da formalização tradicional. Ainda assim, o casamento permanece como uma referência simbólica importante.” Com os novos dados, o Censo 2022 ajuda a redesenhar o mapa da vida conjugal no Brasil.

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