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Política

Taxa de desemprego atinge 6,8%, mas renda média bate recorde

Porta dos Empregos
Ultima atualização 28 de março de 2025 13:02
Porta dos Empregos
Taxa de desemprego atinge 68 mas renda media bate recorde.jpg
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No entanto, frente ao trimestre móvel finalizado em fevereiro de 2024, houve uma queda para 7,8%, segundo dados do IBGE



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A taxa de desemprego no Brasil subiu para 6,8% no trimestre encerrado em fevereiro de 2025, em comparação ao mesmo período do ano anterior. No entanto, frente ao trimestre móvel finalizado em fevereiro de 2024, houve uma queda para 7,8%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Confira mais em TVT News.

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Apesar do aumento na taxa de desocupação, o mercado de trabalho apresentou avanços em alguns indicadores. O rendimento médio real dos trabalhadores alcançou recorde histórico de R$ 3.378, assim como o número de empregados com carteira assinada no setor privado, que chegou a 39,6 milhões de pessoas – o maior patamar da série histórica iniciada em 2012. 

A população desocupada cresceu 10,4% em relação ao trimestre anterior, totalizando 7,5 milhões de pessoas. Ainda assim, esse contingente é 12,5% menor que o registrado no mesmo período de 2024. Para Adriana Beringuy , coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, “essa alta segue o padrão sazonal da PNAD Contínua, com a tendência de expansão da busca por trabalho nos meses do primeiro trimestre de cada ano”. 

A taxa de desocupação ficou 1,0 ponto percentual abaixo da observada no mesmo trimestre móvel do ano passado. Foto: IBGE

A população ocupada do país caiu 1,2% em relação ao trimestre anterior, atingindo 102,7 milhões de trabalhadores. Contudo, esse número ainda representa um crescimento de 2,4% na comparação anual. 

Construção e administração pública puxam queda na geração de empregos 

Três segmentos econômicos registraram reduções no número de ocupações no trimestre: 

Construção : queda de 4,0% (menos 310 mil pessoas). 

Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais : retração de 2,5% (menos 468 mil pessoas). 

Serviços domésticos : diminuição de 4,8% (menos 290 mil pessoas). 

Em contrapartida, quatro grupamentos tiveram aumento na população ocupada: 

Indústria Geral : alta de 3,2% (mais 409 mil pessoas). 

Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas : crescimento de 3,6% (mais 690 mil pessoas). 

Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas : avanço de 3,5% (mais 447 mil pessoas). 

Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais : expansão de 4,1% (mais 717 mil pessoas). 

Carteira assinada e informalidade: avanços e retrocessos 

O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado bateu novo recorde, atingindo 39,6 milhões de pessoas. Houve alta de 1,1% no trimestre (mais 421 mil pessoas com carteira assinada) e de 4,1% no ano (mais 1,6 milhão de trabalhadores). 

Segundo Adriana Beringuy, “a expansão do emprego com carteira está relacionada à manutenção das contratações no comércio”. 

Leia também: Taxa de desemprego atinge menor patamar desde 2012

Já o número de empregados sem registro no setor privado caiu 6,0% no trimestre, enquanto o contingente de trabalhadores no setor público recuou 3,9% no mesmo período, mas registrou alta de 2,8% na comparação anual. Já os trabalhadores por conta própria, que somam 25,9 milhões de pessoas , mantiveram estabilidade no trimestre e cresceram 1,7% no ano. 

Número de empregados sem carteira no setor privado caiu 6,0% no trimestre e manteve estabilidade no ano. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Como reflexo desses movimentos, a taxa de informalidade teve ligeira redução: 38,1% da população ocupada (ou 39,1 milhões de trabalhadores informais), contra 38,7% no trimestre encerrado em novembro de 2024 e igualmente 38,7% no trimestre finalizado em fevereiro de 2024. 

Rendimento médio real alcança recorde histórico 

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores chegou a R$ 3.378 no trimestre móvel encerrado em fevereiro de 2025, representando uma alta de 1,3% no trimestre e de 3,6% no ano, já descontados os efeitos da inflação. Esse valor é o mais elevado da série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012. 

O aumento na comparação trimestral foi impulsionado por altas nos rendimentos nos seguintes setores: 

Indústria : crescimento de 2,8% (mais R$ 89). 

Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais : avanço de 3,1% (mais R$ 139). 

Serviços domésticos : alta de 2,3% (mais R$ 29). 

Na comparação anual, houve crescimento em duas categorias: 

Construção : aumento de 5,4% (mais R$ 135). 

Serviços domésticos : alta de 3,1% (mais R$ 39). 

Adriana Beringuy explicou ainda que “a alta do rendimento no trimestre está relacionada à redução do contingente de trabalhadores informais em certos segmentos das atividades econômicas, crescendo, portanto, a proporção de ocupações formais com maiores rendimentos”. 

Economistas destacam que o cenário de juros altos e incertezas na economia tem impactado diretamente os investimentos das empresas, reduzindo também a geração de empregos. Para especialistas, a combinação de fatores estruturais e conjunturais pode dificultar uma recuperação mais robusta do mercado de trabalho nos próximos meses. 

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