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Porta dos Empregos > Política > Ruralistas querem derrubar vetos de Lula ao PL da Devastação
Política

Ruralistas querem derrubar vetos de Lula ao PL da Devastação

Porta dos Empregos
Ultima atualização 13 de agosto de 2025 10:31
Porta dos Empregos
Sem Amazonia Sudeste vira deserto Preservacao e urgente.jpg
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A bancada ruralista, formada pela direita, extrema direita e pessoas ligadas ao bolsonarismo, quer derrubar metade dos vetos ao PL da Devastação



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A bancada ruralista, formada majoritariamente pela direita, extrema direita e pessoas ligadas ao bolsonarismo, no Congresso Nacional pretende derrubar cerca de metade dos 63 vetos feitos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à lei do licenciamento ambiental, incluindo o que restringe a LAC (Licença por Adesão e Compromisso), segundo apuração da Folha de S.Paulo. Essa modalidade permite que empreendimentos de pequeno e médio porte sejam autorizados mediante compromisso do empreendedor em cumprir exigências ambientais. Entenda na TVT News.

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O posicionamento do grupo sobre a LAE (Licença Ambiental Especial) ainda depende de negociação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Como revelou a Folha, Alcolumbre foi o fiador do dispositivo, que pode favorecer a exploração de petróleo na bacia Foz do Amazonas. Pela regra, projetos considerados estratégicos por um conselho ministerial terão prioridade no licenciamento, com prazo máximo de 12 meses para conclusão.

A reunião para definir a estratégia ocorrerá nesta quarta-feira (13), mas a Folha teve acesso a uma nota técnica da bancada que aponta os vetos que devem ser alvo de contestação. O texto indica críticas a cerca de metade das alterações feitas pelo governo.

O projeto tramitou por aproximadamente 20 anos e, em sua fase final, foi relatado por dois parlamentares ligados ao agronegócio: o deputado Zé Vitor (PL-MG) e a senadora Tereza Cristina (PP-MS).

Aprovada pelo Congresso em julho, a lei sofreu 63 vetos de Lula na última sexta-feira (8). Ao mesmo tempo, o Executivo enviou ao Legislativo um novo projeto de lei para a maioria dos pontos vetados, preservando em parte a redação do Congresso, mas com ajustes.

PL da Devastação

No texto original aprovado pelos parlamentares, a LAC valeria para empreendimentos de pequeno e médio porte com potencial poluente. O governo manteve a validade para esses dois portes, mas restringiu sua aplicação a casos com baixa possibilidade de poluição. A análise técnica da bancada ruralista afirma que a mudança “inviabilizou a simplificação de licenciamento” e “mantém um processo mais lento e oneroso, sem diferenciar situações de risco ambiental comprovadamente baixo”.

Quanto à LAE, Lula manteve o dispositivo e antecipou em seis meses sua vigência, por meio de medida provisória publicada na última sexta-feira com eficácia imediata. Porém, alterou o procedimento: em vez de uma única etapa, seguirá o rito completo com três fases, equipe dedicada e exigência de EIA (Estudo de Impacto Ambiental).

A nota técnica avalia que “a LAE permanece, mas seu procedimento não será monofásico; seguirá trâmites completos com equipe dedicada e com EIA obrigatório”. A decisão final da bancada dependerá da articulação com Alcolumbre, que é quem pode convocar a sessão do Congresso para votar a derrubada dos vetos.

Centralização e outros pontos de conflito

O governo também restringiu a autonomia de estados e municípios para definir regras próprias de licenciamento, exigindo alinhamento a diretrizes federais para evitar conflitos entre entes federados. A bancada considera que a mudança “reforça a centralização na União” e apresenta redação “genérica e sem definição”.

Outro veto questionado foi a derrubada de dispositivos que limitavam a consulta a povos indígenas, comunidades quilombolas e unidades de conservação durante a análise de impacto ambiental. Para o grupo, essa alteração amplia exigências e pode dificultar projetos.

A nota técnica ainda critica:

a redução do escopo de atividades isentas de licenciamento;

a responsabilização de instituições financeiras por danos ambientais de empreendimentos que financiem;

e a decisão de Lula de manter mecanismos de proteção da Mata Atlântica, revertendo trechos que os revogavam.

A medida provisória que antecipou a vigência da LAE tem validade de seis meses. Caso não seja votada nesse prazo, deixará de valer, e a aplicação do dispositivo dependerá da aprovação do novo projeto de lei enviado pelo governo, que tramita em regime de urgência.

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