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Política

Mulheres na Ciência: conheça brasileiras que impactaram o país com suas descobertas e criações

Porta dos Empregos
Ultima atualização 11 de fevereiro de 2025 13:34
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Mulheres na Ciencia conheca brasileiras que impactaram o pais com.jpg
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43,7% dos pesquisadores no Brasil são mulheres. O número de autoras de artigos científicos no país saltou de 38% para 49% nos últimos 20 anos, colocando o Brasil no terceiro lugar dos locais com mais mulheres na ciência. Elas também são mais escolarizadas que os homens, constituindo 21,3% do total de mulheres com o nível superior completo, além das mulheres representarem 44% da força de trabalho do nosso país. 



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Apesar deste cenário, as mulheres ainda são invisibilizadas em suas diversas áreas de atuação. Sendo assim, nada mais importante do que, no Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, homenagearmos o lugar de protagonismo que as mulheres possuem dentro do campo acadêmico. Conheça agora dez brasileiras que impactaram o Brasil com seus estudos e obras, na TVT News.

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Bertha Lutz

Conhecida como uma das maiores lideranças na luta pelos direitos políticos das mulheres brasileiras, Bertha era cientista, assim como seu pai, Adolfo Lutz.

Nascida em São Paulo em 1894 e formada em Biologia pela Sorbonne, na Europa, voltou ao Brasil em 1918. Tendo contato com o movimento sufragista enquanto estava fora do país, em 1919 criou a Liga para a Emancipação Intelectual da Mulher, embrião da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF), iniciativa que defendia o voto feminino. Em 24 de fevereiro de 1932, o então presidente Getúlio Vargas instituiu o novo Código Eleitoral por meio do Decreto nº 21.076, garantindo o direito do voto às mulheres brasileiras. 

Além do seu trabalho na ciência, área em que atuava como pesquisadora de anfíbios, Bertha se tornou parlamentar em 1936, sendo a segunda mulher a ocupar o cargo de deputada. Na Câmara, ela continuou lutando pelos direitos das mulheres, demandando equiparação salarial e o direito à licença-maternidade, o combate ao trabalho infantil e a defesa do conhecimento científico nacional. 

Jandyra Planet do Amaral

Primeira mulher a integrar o corpo científico do Instituto Butantan, Jandyra Planet do Amaral trilhou carreira na instituição até 1975, quando se aposentou como diretora-geral. 

Formada em 1931 pela Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo, atual Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Jandyra dedicou esforços para desenvolver soluções de controle de doenças da época, trabalhando por cinco anos pela expansão da cobertura vacinal da BCG, vacina que protege contra a tuberculose. A cientista acompanhou todas as etapas da produção do imunizante e contribuiu com a distribuição de milhões de doses da BCG no Brasil.

Enedina Alves Marques

Nascida em 1913, Enedina Alves Marques foi a primeira mulher engenheira do Paraná e a primeira engenheira negra do Brasil. 

Formada em 1945, Enedina foi auxiliar de engenharia na Secretaria de Estado de Viação e Obras Públicas, chegando a ser chefe de hidráulica, chefe da divisão de estatísticas e do serviço de engenharia do Paraná, na Secretaria de Educação e Cultura do Estado. Ela trabalhou no Plano Hidrelétrico do estado, tendo contribuído com a criação da Usina Capivari-Cachoeira.

Lélia Gonzalez

Ativista, professora, filósofa e antropóloga, Lélia Gonzalez foi pioneira nas pesquisas sobre a cultura negra e o racismo no Brasil, tendo ajudado a formar uma série de organizações, como o Movimento Negro Unificado (MNU), o Instituto de Pesquisas das Culturas Negras do Rio de Janeiro (IPCN-RJ) e o Partido dos Trabalhadores (PT). 

Resistência à Ditadura Militar instaurada em 1964, Lélia foi vigiada pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), por suas ideias e militância. Ela também participou de diversas mobilizações, colaborou com comissões parlamentares e integrou o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), em 1985.

Um dos conceitos mais famosos de Lélia é o da “amefricanidade”, que aborda a constituição de uma identidade afro-latino-americana com a diáspora africana. Outra ideia, criada por ela para tratar-se de uma espécie de africanização do idioma falado no Brasil, o “pretuguês” foi transmitido pelas “mães pretas” nos quilombos e nas senzalas durante a escravidão, noção que a ativista concebeu por meio de seus estudos com combinação entre análise social e da linguagem.

Hoje em dia, Lélia Gonzalez é referência no pensamento antirracista e feminista no Brasil, sendo um ícone do feminismo negro brasileiro que vêm se tornando influente na América Latina e nos EUA. 

Chu Ming Silveira

Chinesa naturalizada brasileira, Chu Ming Silveira se formou em Arquitetura em 1964. Alguns anos depois, chefiou o Departamento de Projetos da Companhia Telefônica Brasileira (CTB) em São Paulo, tendo sido responsável pela invenção dos protetores telefônicos urbanos, os projetos Chu I e Chu II, que ficaram popularmente conhecidos como Orelhinha e Orelhão. 

Em 1974, elaborou construções com fibra de vidro para banca de jornais e de flores, similares ao seu famoso Orelhão. Em 1978, se dedicou à Comunicação Visual. Seus últimos trabalhos foram em projetos de residências no litoral paulista, a partir de 1987.

Maria Beatriz Nascimento

Historiadora, roteirista e ativista, Maria Beatriz Nascimento se formou em História na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e foi professora no curso de mestrado em Comunicação Social da mesma instituição. 

Foi militante do movimento negro, tendo destaque com o documentário Ôrí, em que narrou as atividades da organização nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Alagoas, entre 1977 e 1988, trazendo o quilombo como a ideia central da obra. O longa-metragem com direção de Raquel Gerber aborda a condição social e as transformações nas vidas de africanos escravizados e seus descendentes em diáspora, conectando com as vidas das mulheres negras no Brasil. 

Maria Beatriz também escreveu diversos artigos que tratam das temáticas da resistência cultural negra e o racismo, como Por uma história do homem negro, A mulher negra no mercado de trabalho, Nossa democracia racial, entre outras importantes produções que fundamentam hoje o pensamento político do feminismo negro brasileiro.

Viviane dos Santos Barbosa

Engenheira química, Viviane dos Santos Barbosa fez sua pesquisa de mestrado envolvendo a produção de catalisadores metálicos nanoestruturados contendo um ou mais elementos, produzidos através do método conhecido por spark generation and inertial impaction, que oferece a possibilidade de misturar metais até a escala atômica. Com seu estudo, Viviane desenvolveu um catalisador que reduz a emissão de gases poluentes, descoberta que lhe rendeu a conquista do prêmio internacional International Aerosol Conference, em 2010. 

O foco de seu trabalho em engenharia química é na área de nanotecnologia, que consiste na manipulação e controle de átomos, possibilitando a criação de novas substâncias, estruturas e materiais. 

Vivian Miranda

Tendo sido a primeira transexual a fazer pós-doutorado em Astrofísica na Universidade do Arizona, Vivian Miranda é doutora pela Universidade de Chicago e a única brasileira a participar do desenvolvimento de um satélite da Nasa avaliado em 3,5 bilhões de dólares, cerca de R$ 13 bilhões. 

Em sua passagem pela UChicago, a cientista conquistou dois dos prêmios de exatas mais importantes da instituição, o Nathan Sugarman Award for Excellence in Graduate Student Research e a Schramm Fellowship.

Formada na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Vivian atualmente é professora de física no C.N. Yang Institute for Theoretical Physics, da Universidade Stony Brook, em Nova Iorque, nos EUA.

Neusa Santos Souza

A psiquiatra, psicanalista e escritora, Neusa Santos Souza, foi pioneira nos estudos sobre os aspectos sociológicos e psicanalíticos da identidade negra. Mestre em Psiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), suas obras, especialmente Tornar-se negro: as vicissitudes da identidade do negro brasileiro em ascensão social, são destaques no estudo sobre as relações étnico raciais na psicologia brasileira e o sofrimento psíquico dos negros na sociedade. 

Trabalhou no Núcleo de Atendimento Terapêutico – NAT, no Centro Psiquiátrico Pedro II, no Rio de Janeiro, e escrevia para jornais e periódicos. Após sua morte, em 2008, a Fundação Palmares prestou homenagem à psicanalista, considerando a autora como a “primeira referência sobre a questão racial na psicologia”. 

Ester Sabino e Jaqueline Goes

A imunologista, pesquisadora e professora Ester Cerdeira Sabino e a biomédica e pesquisadora Jaqueline Goes de Jesus, foram responsáveis por sequenciar o genoma do SARS-CoV-2, apenas dois dias após a verificação do primeiro caso de covid-19 no Brasil. O sequenciamento do genoma permite que a origem do vírus seja estudada, bem como sua evolução, reprodução e replicação, abrindo possibilidade para o desenvolvimento de vacinas e tratamentos contra as doenças.

Formada em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP) em 1984, os objetos de estudo de Ester focam na segurança transfusional, o vírus da imunodeficiência humana, a doença de Chagas, arboviroses e anemia falciforme. Hoje é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Jaqueline é formada em Biomedicina pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), já tendo pesquisado o vírus da imunodeficiência humana e participando da equipe que sequenciou o genoma do zika vírus, em 2017. 

*Com dados do Censo 2022/IBGE, CNPq e relatório Em direção à equidade de gênero na pesquisa no Brasil da Elsevier-Bori

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