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Porta dos Empregos > Política > Militares dos EUA fazem manobras no Caribe e Maduro reage
Política

Militares dos EUA fazem manobras no Caribe e Maduro reage

Porta dos Empregos
Ultima atualização 23 de outubro de 2025 13:47
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Militares dos EUA fazem manobras na selva do Panamá em meio às tensões com Venezuela



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Um grupo de militares dos EUA realiza manobras na selva panamenha em meio ao aumento da presença naval no Caribe. Em resposta, presidente da Venezuela, Nicolas Maduro disse que tem 5 mil mísseis russos para defender o país. Leia em TVT News.

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Atualização da tensão militar no Caribe

Os EUA anunciaram o envio de cinco navios de guerra e cerca de 4 mil efetivos ao sul do Caribe, perto do território venezuelano, argumentando que são manobras contra o narcotráfico.

Maduro disse que não há como os EUA invadirem a Venezuela

Informações da Agência France-Presse

Militares dos EUA fazem manobras na selva do Panamá em meio a tensão com Venezuela

Panamá, 22 de outubro de 2025, via Agência France-PresseUm grupo de militares dos EUA realiza no Caribe panamenho treinamentos de sobrevivência e táticas de combate na selva, no momento em que Washington aumenta sua presença naval na costa da Venezuela.

Uma dezena de militares dos EUA armados com fuzis aguardam ordens, juntamente com policiais panamenhos, para invadir um bunker na antiga base militar americana de Sherman, na entrada atlântica do Canal do Panamá.

Minutos antes, os soldados e policiais haviam recebido instruções em inglês, traduzidas para o espanhol, em uma pequena instalação, onde se lia: “escola de sobrevivência na selva.”

O Panamá, que não possui um exército, tem uma localização estratégica devido a seu canal, por onde passaram, no último mês, navios lançadores de mísseis e contratorpedeiros em direção ao Caribe.

A antiga base, hoje uma sede da polícia panamenha, possui uma pequena praia e palmeiras. Há também várias casas de três andares abandonadas. Dali pode-se observar as embarcações que aguardam para atravessar o canal.

Militares americanos participam de treinamento de manobra de sobrevivência em Colón, Panamá, em 22 de outubro de 2025. (Foto de WALTER HURTADO / AFP)

As instalações servem agora como campo de treinamento de soldados americanos e da polícia do Panamá, como parte de um programa de cooperação que teve início em agosto.

O curso daquele mês “focou apenas em sobrevivência. Este curso acrescenta algo de tática e rastreamento na selva”, explicou a coronel porto-riquenha Ada Cotto, comandante do contingente americano. A missão é “criar conhecimento e relações mútuas” que possam ser transmitidos “para ambos os países”.

Tensão na América Latina

Os exercícios dos militares dos EUA acontecem no momento em que o Caribe é foco de tensão entre Estados Unidos e Venezuela, cujo presidente, Nicolás Maduro, acusa Washington de tentar derrubá-lo.

Os Estados Unidos lançaram em agosto uma operação antidrogas em águas internacionais do Caribe, perto da costa venezuelana, o que Caracas considera “uma ameaça” para pressionar por uma “mudança de regime”.

Ada Cotto negou qualquer relação entre as manobras no Panamá e as operações na costa da Venezuela: “Tudo é transparente e a convite do governo panamenho.”

O governo do Panamá, que tem uma relação tensa com Maduro, havia informado que 50 fuzileiros navais americanos seriam treinados este mês na selva panamenha, para aprimorar sua capacidade “em um dos ambientes mais austeros”.

“O treinamento que fazemos aqui é meramente com foco na nossa defesa e proteção”, para enfrentar “o flagelo do crime organizado e do narcotráfico”, disse à AFP o major panamenho Didier Santamaría.

Manobras de militares dos EUA no Caribe

As manobras de militares dos EUA acontecem após a assinatura, em abril, de um acordo bilateral que permite o envio de tropas americanas ao país centro-americano.

O convênio, polêmico, autoriza Washington a usar bases aéreas e navais para “treinamento” por um período de três anos prorrogáveis. Ele foi assinado em meio à pressão do presidente Donald Trump, que ameaça retomar o Canal do Panamá, sob o argumento de que ele seria controlado pela China.

“Eu, Ada Cotto, não vi pessoalmente nenhum chinês, mas isso não significa nada, sou apenas uma pessoa com dois olhos”, disse a comandante americana.

O presidente Nicolás Maduro afirmou nesta quinta-feira (28) que “não há como” os Estados Unidos invadirem a Venezuela, e convocou seus cidadãos a se alistarem nas forças militares, em meio aos anúncios de Washington de mobilização de tropas no Caribe.

Os EUA anunciaram o envio de cinco navios de guerra e cerca de 4 mil efetivos ao sul do Caribe, perto do território venezuelano, para manobras contra o narcotráfico.

A AFP observou o cruzador de mísseis guiados USS Lake Erie em um porto de entrada no Pacífico para o Canal do Panamá.

A operação coincide com o aumento da recompensa oferecida por Washington pela captura de Maduro e a declaração como terrorista de um suposto cartel liderado pelo líder venezuelano.

“Depois de 20 dias contínuos de anúncios, ameaças e guerra psicológica, depois de 20 dias de assédio contra a nação venezuelana, hoje estamos mais fortes do que ontem, hoje estamos mais bem preparados para defender a paz, soberania e integridade territorial”, afirmou Maduro, em ato com militares.

Um membro da Milícia Bolivariana da Venezuela participa de uma manifestação em apoio à campanha nacional de recrutamento lançada pelo governo do presidente Nicolás Maduro no bairro 23 de Enero, em Caracas, em 30 de agosto de 2025. Centenas de pessoas atenderam ao apelo do presidente Nicolás Maduro, em 29 de agosto de 2025, para se alistarem nas forças militares da Venezuela e reforçarem suas fileiras diante da agressão imperialista dos Estados Unidos. (Foto de Pedro MATTEY / AFP)

“Nem sanções, nem bloqueios, nem guerra psicológica, nem assédio. Não puderam nem poderão. Não há como entrarem na Venezuela”, ressaltou o presidente.

Maduro convocou para esta sexta-feira e sábado uma segunda jornada de alistamento na Milícia Bolivariana, um componente militar integrado por civis com alta carga ideológica, para enfrentar a possível ameaça. Segundo o presidente, a Força Armada conta com 4,5 milhões de milicianos, um número questionado por especialistas.

O presidente Nicolás Maduro disse, na quarta-feira (22), que a Venezuela dispõe de 5.000 mísseis antiaéreos portáteis de fabricação russa para defender o país quando denuncia uma ameaça militar dos Estados Unidos.

Após enviar uma flotilha de contratorpedeiros, embarcações com forças especiais a bordo e um submarino ao Mar do Caribe, os Estados Unidos iniciaram em 2 de setembro uma série de ataques sem precedentes contra o que classificam de lanchas “narcoterroristas” procedentes da Venezuela.

Maduro classificou essas operações de ameaça e assédio, e assegura que buscam sua derrocada.

“Qualquer força militar do mundo conhece o poder dos Igla-S e a Venezuela tem nada mais e nada menos que 5.000 Igla-S em postos-chave da defesa antiaérea para garantir a paz”, disse Maduro em um ato na televisão, acompanhado de integrantes do alto comando militar.

O Igla-S é um sistema portátil de defesa antiaérea desenhado para derrubar aviões, helicópteros e drones em baixa altitude. É descartável, não se recarrega uma vez disparado.

O míssil já foi usado em exercícios militares ordenados por Maduro em resposta ao destacamento militar americano.

Segundo Maduro, a Força Armada venezuelana possui sistemas de simulação que os colocam em uma “situação de boa pontaria de milhares de operadores de Iglas-S”. Estão em “postos-chave da defesa antiaérea para garantir que a paz, a estabilidade, a tranquilidade de nosso povo”, acrescentou.

Trump declarou nesta quarta-feira que prepara ataques contra los narcotraficantes que operam por terra. “Vamos golpeá-los muito duro quando vierem por terra, ainda não experimentaram isso”, disse.

Maduro denunciou que a Venezuela enfrenta “a ameaça militar mais letal” da história.

O governo colombiano pediu na noite de quarta-feira à Casa Branca que “cesse” os ataques a embarcações no Pacífico e no Caribe, as quais Washington acusa de transportar drogas, informou um comunicado oficial.

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, anunciou na quarta-feira dois ataques contra supostas embarcações de narcotraficantes no Pacífico, acompanhando a informação com vídeos de sua destruição nas redes sociais.

“A Colômbia faz um apelo ao governo dos Estados Unidos para que cesse esses ataques e o insta a respeitar as normas ditadas pelo direito internacional”, diz a nota do Ministério das Relações Exteriores colombiano.

O governo de Gustavo Petro, envolvido em fortes tensões com Trump, “rejeita a destruição de uma embarcação supostamente relacionada ao narcotráfico no Oceano Pacífico por parte dos Estados Unidos”, acrescenta o comunicado.

Esta captura de tela de um vídeo postado pelo Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, em sua conta no X em 22 de outubro de 2025, mostra o que Hegseth diz ser forças militares dos EUA conduzindo um ataque a uma embarcação operada por uma “organização terrorista designada para o narcotráfico” no Oceano Pacífico Oriental em 21 de outubro de 2025. Um novo ataque dos EUA a um suposto barco de tráfico de drogas matou duas pessoas, disse o Secretário de Defesa, Pete Hegseth, na quarta-feira, anunciando o primeiro ataque desse tipo a uma embarcação operando no Oceano Pacífico. O ataque — que Hegseth anunciou em uma publicação no X que apresentava um vídeo de um barco sendo engolido pelas chamas — eleva o número total para pelo menos oito, deixando pelo menos 34 mortos. (Foto: HANDOUT / Conta X do Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth / AFP)

Trump e Petro trocaram ameaças acaloradas na quarta-feira por esses episódios no Pacífico, que deixaram cinco mortos.

O dirigente americano qualificou Petro como “criminoso” e sugeriu que ele era um narcotraficante que estava levando seu país à ruína. O colombiano respondeu que se defenderá “legalmente com advogados americanos”.

Até quarta-feira, foram contabilizados nove ataques dos Estados Unidos, incluindo os dois no Pacífico, que resultaram em 37 mortos.

Bogotá reiterou “seu apelo ao governo dos Estados Unidos para dialogar, por meio dos canais diplomáticos”, a fim de “continuar conjuntamente a luta contra as drogas na região”, como vinham fazendo “há décadas”.

Informações da Agência France-Presse

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