Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar

Porta dos Empregos

Vagas de Empregos e Concursos do Brasil

  • Vagas
    • Noticias de Empregos
    • Empregos Brasil
    • Empleo en Espana
    • Empregos Portugal
  • Concursos
    • Concursos Federais
    • Concursos Estaduais
    • Concurso Bancário
  • Finanças
    • Emprestimo
    • Cartão de Crédito
    • Conta Digitais
  • Categorias
    • Auxílio Brasil
    • Seguros
    • Economia
  • Cursos
  • Política
  • Web Stories
Leitura: Marketing político não se ganha no feed. Se ganha no território
Share
Notification Mostre mais
Font ResizerAa

Porta dos Empregos

Vagas de Empregos e Concursos do Brasil

Font ResizerAa
  • Vagas
  • Concursos
  • Finanças
  • Categorias
  • Cursos
  • Política
  • Web Stories
Buscar
  • Vagas
    • Noticias de Empregos
    • Empregos Brasil
    • Empleo en Espana
    • Empregos Portugal
  • Concursos
    • Concursos Federais
    • Concursos Estaduais
    • Concurso Bancário
  • Finanças
    • Emprestimo
    • Cartão de Crédito
    • Conta Digitais
  • Categorias
    • Auxílio Brasil
    • Seguros
    • Economia
  • Cursos
  • Política
  • Web Stories
marketing-politico-nao-se-ganha-no-feed-se-ganha-no-territorio-tvt-news
Porta dos Empregos > Política > Marketing político não se ganha no feed. Se ganha no território
Política

Marketing político não se ganha no feed. Se ganha no território

Porta dos Empregos
Ultima atualização 24 de fevereiro de 2026 18:37
Porta dos Empregos
Marketing politico nao se ganha no feed Se ganha no.jpg
SHARE

O feed disputa atenção em milissegundos, se não performar imediatamente, morre no algoritmo



Você pode Gostar:

  • filha-chico-mendes-angela-mendes-foto-bruno-peres-agencia-brasil
    Filha de Chico Mendes defende povos da floresta na COP30
  • cupula-do-brics-declaracao-final-defende-a-criacao-do-estado-palestino-cupula-do-brics-reuniu-lideres-no-rio-de-janeiro-em-junho-de-2025-foto-ricardo-stuckert-reproducao-tvt-news
    declaração final defende a criação do Estado Palestino
  • lula-brics-encerramento-foto-ricardo-stuckert-pr-tvt-news
    Lula encerra encontro com apelo por multilateralismo
  • atual-ouvidor-da-pm-e-mais-votado-mas-nao-foi-escolhido-por-tarcisio-ouvidor-da-pm-no-periodo-23-24-teve-mais-votos-mas-foi-preterido-por-tarcisio-freitas-foto-emilly-gondim-tvt-news
    Atual ouvidor da PM é mais votado, mas não foi escolhido.

Por Gabriel Scarpellini

grupo whatsapp portal cidadao

Existe uma geração inteira de profissionais de marketing, autoproclamados estrategistas políticos, convencida de que campanha se resume a hype, CPC e engajamento.

A reunião começa sempre igual. Alguém abre o painel da semana, mostra o alcance, comemora que o custo por clique caiu, destaca o vídeo que performou acima da média. O gráfico sobe para a direita. O time respira aliviado. “Estamos indo bem”.

Depois de algumas campanhas coordenadas, a gente aprende a desconfiar desse momento.

Não porque métrica seja inútil. Mas porque métrica cria uma falsa sensação de controle. E eleição não é um ambiente controlável. Eleição é gente, rotina, território, memória e contexto.

Enquanto a equipe celebra milhões de impressões e comentários, o adversário está na rua. Ele ocupou o bairro certo. Está no ponto de ônibus que o eleitor usa todo dia. Está na rádio local no horário de pico. Está na feira de sábado. Está na conversa da padaria. Ele não tem dashboard bonito para mostrar. Mas tem repetição geográfica forçada. E repetição constrói memória.

Existe uma ilusão perigosa dominando o marketing político moderno: acreditar que estar online substituiu estar no mundo. Que ganhar a internet equivale a ganhar a eleição. Que viralizar significa consolidar voto.

Não significa.

O feed disputa atenção em milissegundos entre meme, escândalo, futebol e entretenimento. Se não performar imediatamente, morre no algoritmo. Já a presença física não precisa performar. Ela simplesmente está. Todos os dias. No mesmo lugar. Para as mesmas pessoas.

Os estrategistas digitais gostam do que é mensurável. CPC, CTR, taxa de retenção, compartilhamento. Tudo rastreável. Tudo comparável. Tudo defensável em reunião. O problema é que voto não é clique. Ele é decisão acumulada ao longo do tempo.

Engajamento não é lembrança.

Alcance não é familiaridade.

Hype não é confiança.

E confiança é o que decide urna.

Nos últimos anos, a IA virou o novo brinquedo dessa mentalidade. Agora se produz discurso em escala, vídeo em escala, avatar em escala. A campanha parece sofisticada, tecnológica, moderna. Mas, se o eleitor não cruza fisicamente com aquela candidatura no mundo real, o impacto evapora.

IA acelera produção. Não cria vínculo.

Digital amplifica mensagem. Não constrói confiança sozinho.

O algoritmo muda toda semana.

O CEP do eleitor não muda.

Marketing político se ganha no território

Enquanto alguns comemoram milhões de impressões pulverizadas pelo estado inteiro, o adversário está martelando dez mil pessoas. As mesmas dez mil. Toda semana. No mesmo bairro. No mesmo ponto. No mesmo horário. Isso não gera hype. Gera reconhecimento.

E reconhecimento vira voto.

Campanha política não é jogo de explosão. É jogo de repetição. Não se ganha eleição tentando viralizar. Viral é exceção, não estratégia. Depende de sorte, timing e do humor coletivo. Campanha que aposta nisso está apostando em loteria com o dinheiro e a reputação do candidato.

Um dos erros mais comuns que vejo hoje é montar um plano que cabe inteiro dentro de um notebook. Se a estratégia política existe apenas na tela, ela é frágil. Pode gerar barulho. Pode gerar narrativa. Mas não gera presença.

Presença é física. Territorial. Geográfica. É ocupar espaço mental ocupando espaço real.

Campanhas vencedoras entendem o jogo completo. O físico ancora. O digital reforça. A rua cria memória. A tela organiza discurso. Quando isso funciona, o eleitor não sabe dizer onde viu o candidato pela primeira vez. Ele só sente que já conhece.

E o eleitor vota em quem reconhece.

No fim, quando ele entra na cabine, não pergunta quem teve o menor CPC. Pergunta, mesmo sem perceber: “quem eu conheço?”. E conhecer, em política, é ter visto repetidas vezes, no mundo real, no próprio território.

Voto não mora no feed.

Voto mora no território.

E quem ocupa o território, ocupa a urna.

O algoritmo muda toda semana. O CEP do eleitor não muda. Imagem gerada com recursos de IA

Sobre o autor

Gabriel Scarpelini é é membro fundador da Alcateia Política, publicitário e especialista em Marketing Político e Comunicação Governamental pelo IDP. Sócio fundador da GAS 360, agência de publicidade, e atua também como consultor em marketing político. Atuou em diversas campanhas políticas como Diretor Criativo, Coordenador e Estrategista.

Os artigos dos colunistas expressam as opiniões individuais da autora ou do autor e não, necessariamente, refletem a opinião da TVT News

(Visited 2 times, 2 visits today)
Aviso Importante: As vagas anunciadas neste site de empregos: portadosempregos.com.br é gratuito e te ajuda a conseguir. encontrar uma vaga para entrar no mercado de trabalho! Lembrando que é de responsabilidade da empresa anunciante, não realizamos processo de seleção ou qualquer tipo de entrevista.
grupo whatsapp portal cidadao
TAGGED:feedganhaMarketingnãoPolíticoterritório
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp Telegram Copy Link
Artigo Anterior copa-do-mundo-fifa-preocupada-com-seguranca-no-mexico-presidenta-garante-que-nao-ha-riscos-tvt-news FIFA preocupada com segurança no México, presidenta garante que não há riscos
Próximo artigo mega-sena-sorteia-nesta-quinta-feira-premio-acumulado-em-r-7-milhoes-confira-mega-sena-e-uma-das-loterias-da-caixa-foto-rafa-neddermeyer-agencia-brasil-tvt-news Resultado Mega Sena 2976 sorteio de 24 de fevereiro
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você pode gostar também

Beija Flor e campea do Carnaval do Rio de Janeiro em.jpg
Política

Beija-Flor é campeã do Carnaval do Rio de Janeiro em 2025

5 de março de 2025
Aprovacao de Lula entre catolicos e evangelicos cai para 28.jpg
Política

Aprovação de Lula entre católicos e evangélicos cai para 28% e 21%

16 de fevereiro de 2025
Com 73 dos votos Boulos volta a ser o mais.jpg
Política

Com 73% dos votos, Boulos volta a ser o mais votado em prisões

28 de outubro de 2024
vietna-e-anunciado-como-pais-parceiro-do-brics-pais-asiatico-tem-populacao-de-quase-100-milhoes-de-habitantes-foto-fernando-frazao-agencia-brasil-tvt-news
Política

Vietnã é anunciado como país parceiro do Brics

17 de junho de 2025
favicon
Junte-se a nós!
Entre na nossa comunidade do WhatsApp e nunca perca nossas últimas notícias etc.
ACESSE O LINK ABAIXO
CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NO GRUPO
adbanner
Welcome Back!

Sign in to your account