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Leitura: Joias foram vendidas para pagar indenização à deputada e multas de Bolsonaro
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Porta dos Empregos > Política > Joias foram vendidas para pagar indenização à deputada e multas de Bolsonaro
Política

Joias foram vendidas para pagar indenização à deputada e multas de Bolsonaro

Porta dos Empregos
Ultima atualização 20 de fevereiro de 2025 15:54
Porta dos Empregos
Joias foram vendidas para pagar indenizacao a deputada e multas.jpg
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De acordo com a delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, em 2022, o então presidente pediu que as joias recebidas como presente de Estado fossem vendidas para custear a indenização à deputada Maria do Rosário. Anos antes, em 2019, Bolsonaro tinha sido condenado a indenizar Rosário por ter dito que a deputada “não merecia ser estuprada”, ainda quando era parlamentar. 



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Segundo Cid, o transporte dos presentes e multas de trânsito recebidas após as motociatas de Bolsonaro também foram outros dois motivos para a venda dos presentes. As revelações vieram a público após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, derrubar o sigilo da delação premiada de Mauro Cid na manhã da quarta-feira (19).

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As transações foram realizadas por Cid e seu pai, o general da reserva Mauro Lourena Cid, resultando em 86 mil dólares, em torno de R$ 489 mil. Os valores foram repassados de forma fracionada, entre junho de 2022 a fevereiro de 2023. Antes do repasse a Bolsonaro, Cid especificou que retirou 18 mil dólares para pagar gastos da viagem para os Estados Unidos.

Apenas os 18 mil dólares (R$ 103 mil) foram repassados por Mauro Cid em junho de 2022. Os outros valores foram todos repassados por Lourena Cid: 30 mil dólares (R$ 171 mil) em setembro de 2022, 10 mil dólares (R$ 57 mil) no fim de 2022, 20 mil dólares (R$ 114 mil) em fevereiro de 2023, e o restante em março de 2023.

Os relógios Rolex e Patek Philippe foram vendidos por R$ 68 mil e a caixa de joias Chopard foi vendida por R$ 18 mil nos EUA, em 2022. O relógio foi recomprado tempos depois, para ser devolvido ao Tribunal de Contas da União (TCU). 

As joias haviam sido recebidas por Bolsonaro durante uma viagem oficial à Arábia Saudita em 2019. Portanto, os presentes eram do Estado brasileiro, e não de Bolsonaro. 

Bolsonaro utilizava cartão corporativo para financiar motociatas 

Conforme a delação de Mauro Cid, as motociatas organizadas por Bolsonaro e sua equipe, utilizavam do cartão corporativo para pagar despesas do evento. Os gastos iam de compras de motos para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que acompanhava Bolsonaro em seus passeios, além do transporte dos veículos, hospedagem e alimentação da trupe do então presidente. 

“O colaborador acredita que os gastos com as motos e seu transporte eram pagas, também, com o cartão corporativo; QUE os gastos de hospedagem e alimentação dos servidores que faziam a segurança do presidente nas ‘motociatas’ eram arcadas com o uso do cartão corporativo; QUE o COLABORADOR acredita que em todas aparições públicas do presidente, seja em “motociatas” ou outros eventos, os gastos operacionais de hospedagem, alimentação e segurança eram gastos, salvo engano, com o cartão corporativo do GSI”, declara o texto liberado por Moraes.

Bolsonaro leu e aprovou decreto golpista que determinava prisão de Moraes

Na delação de Cid, o ex-ajudante também deu mais detalhes sobre o plano golpista orquestrado pelo governo Bolsonaro. Em novembro de 2022, Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, entregou ao então presidente, um documento no qual determinava as prisões dos ministros do STF, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, e do então presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, além de “outras autoridades que de alguma forma se opunham ideologicamente ao ex-presidente”, explicou Cid em sua delação.

Bolsonaro leu e alterou o texto, mantendo apenas a prisão de Moraes e a realização de novas eleições presidenciais por suposta fraude. “O presidente concordou com os termos ajustados e em seguida mandou chamar, no mesmo dia, os generais (das Forças Armadas)”, completou o delator.

Cid participou da reunião entre Bolsonaro e os generais almirante Garnier, da Marinha; Freire Gomes, do Exército; e brigadeiro Batista Júnior, da Aeronáutica, “operando a apresentação no computador”, enquanto Bolsonaro expunha o documento, “sem mostrar as ordens a serem cumpridas”. Segundo o ex-ajudante, Bolsonaro queria saber a opinião dos comandantes sobre seu plano para continuar na Presidência.

Leia na íntegra os volumes da delação premiada de Mauro Cid (volume 01, 02, 03 e 04).

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