A escalada de uma nova guerra no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz apontam para a elevação dos preços internacionais de petróleo e de outros bens que utilizam aquela rota, como os fertilizantes importados pelo Brasil. Leia em TVT News.
O conflito na região reforça a necessidade de ampliação imediata de investimentos no parque de fertilizantes brasileiro, como a planta de amônia e ureia verdes da fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA) – projeto defendido pela Federação Única dos Petroleiros junto à diretoria de Transição Energética e de Processos Industriais da Petrobrás -; no incremento das obras de conclusão da unidade de fertilizantes de Mato Grosso do SUL (UFN3) e conclusão imediata da manutenção da fábrica de fertilizantes do Paraná (Fafen-PR).
Além disso, são essenciais investimentos em fontes alternativas, energias renováveis, combustíveis do futuro e biorrefinarias, além da produção de bioinsumos, a partir, por exemplo, do cultivo da macroalga Kappaphycus alvarezii, no litoral brasileiro.
Em paralelo, são necessários investimentos na produção de óleo e gás na Margem Equatorial e na ampliação da capacidade de refino do país, sem perder de vista os campos maduros e, visando a maior disponibilidade de oferta para atender a demanda interna e conter a inflação.
“Mais do que em qualquer outro tempo histórico, os investimentos em exploração e produção de petróleo, bem como na expansão do parque de refino e renováveis são estratégicos para a manutenção da soberania nacional e mitigação dos efeitos gerados por um cenário de possível recessão global, a partir deste conflito bélico de proporção global”, destaca o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar.
Via FUP











