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Leitura: Cristina Serra lança livro “Cidade Rachada”
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Porta dos Empregos > Política > Cristina Serra lança livro “Cidade Rachada”
Política

Cristina Serra lança livro “Cidade Rachada”

Porta dos Empregos
Ultima atualização 3 de novembro de 2025 15:20
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Cristina Serra lanca livro Cidade Rachada.jpg
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A jornalista Cristina Serra afirmou que o livro Cidade Rachada: como a mineração engoliu cinco bairros e arruinou a vida de 60 mil pessoas nasceu do espanto diante de um desastre que o país insiste em esquecer. Em entrevista ao Jornal TVT News Primeira Edição nesta segunda-feira (3), ela destacou que o episódio, resultado de quatro décadas de extração predatória de sal-gema pela petroquímica Braskem, está entre as maiores tragédias socioambientais do Brasil. “Foi um projeto de interesse da ditadura militar, implantado em 1976, e que contou com uma leniência absurda dos órgãos de fiscalização”, afirmou. Leia em TVT News.



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O livro, que será lançado durante a COP 30 em Belém, expõe os bastidores do colapso que atingiu cinco bairros de Maceió em 3 de março de 2018, quando um tremor revelou o afundamento do solo e abriu rachaduras em casas, ruas e prédios. “Essas cavidades subterrâneas foram crescendo, se juntando e desestabilizando o solo. O resultado foi o deslocamento de 60 mil pessoas, obrigadas a deixar suas casas em troca de indenizações insuficientes”, explicou Cristina.

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A jornalista lembra que a Braskem, responsável pela mineração, tornou-se proprietária de uma área de três quilômetros quadrados em Maceió após uma série de acordos com o poder público. “A empresa hoje é dona da região onde viviam milhares de famílias. Isso inclui o bairro do Bebedouro, onde a cidade nasceu, com patrimônio histórico e arquitetônico riquíssimo. É um verdadeiro massacre de memória”, disse.

Cristina denuncia também os impactos psicológicos e sociais da tragédia. “Há casos de suicídio entre pessoas que perderam tudo. A destruição não foi só material — foi emocional, foi humana”, relatou. Ela contou que entrevistou cerca de cem pessoas para o livro, entre vítimas, especialistas e autoridades. “O que mais me marcou foi a dor das famílias e a sensação de abandono. Muitos se sentem traídos pelo Estado e pela Justiça.”

Apesar das evidências, a jornalista lembra que a Braskem não responde criminalmente pelo desastre. “Pela nossa legislação ambiental, é um crime, mas sete anos depois não há responsabilização. O Ministério Público só agora, em 2025, encaminhou à Justiça uma ação que pode ou não resultar em denúncia penal. Enquanto isso, as pessoas seguem sem reparação plena”, criticou.

Cristina comparou o caso de Maceió às tragédias de Mariana (2015) e Brumadinho (2019), também causadas por mineradoras. “São três desastres que revelam o mesmo padrão: o descaso com a vida humana e a prioridade absoluta do lucro. Mariana, Brumadinho e Maceió formam o tripé da mineração predatória no Brasil. E em todos, ninguém foi punido criminalmente”, afirmou.

A autora também explicou o que é o sal-gema, mineral extraído a mil metros de profundidade e usado na produção de cloro e soda cáustica pela indústria petroquímica. “A Braskem perfurou o subsolo por 40 anos para obter essa matéria-prima. Ela tem a mina, a fábrica e o porto. É o domínio completo de uma cadeia produtiva construída sobre uma cidade que afundou.”

Durante a entrevista, Cristina alertou para o risco de especulação imobiliária na área abandonada. “A empresa afirma que não fará nada, mas é difícil acreditar. Sabemos como funcionam as pressões sobre planos diretores urbanos. A população teme que, no futuro, a área seja usada para novos empreendimentos privados, erguendo lucros sobre o que foi ruína.”

Questionada sobre o papel do Estado, a jornalista foi categórica: “O desastre de Maceió é um símbolo da impunidade corporativa no Brasil. O que me revolta é que as mesmas práticas se repetem. São crimes evitáveis, com fiscalização frouxa e punição inexistente. Escrevo sobre isso porque acredito que contar essas histórias é uma forma de lutar contra o esquecimento.”

Cristina encerrou a conversa convidando o público para o lançamento do livro, que acontece no dia 14 de novembro, em Belém, e no dia 3 de dezembro, no Rio de Janeiro. “Esse desastre precisa ser reparado e lembrado. O livro é também um grito de solidariedade a quem perdeu tudo”, afirmou.

Cidade Rachada está disponível no site da Máquina de Livros e na Amazon.

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