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Apos queda na popularidade Centrao pressiona Lula por reforma ministerial.jpg
Porta dos Empregos > Política > Após queda na popularidade, Centrão pressiona Lula por reforma ministerial
Política

Após queda na popularidade, Centrão pressiona Lula por reforma ministerial

Porta dos Empregos
Ultima atualização 16 de fevereiro de 2025 15:16
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Apos queda na popularidade Centrao pressiona Lula por reforma ministerial.jpg
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Lideranças do Centrão descartam, por ora, um rompimento com o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas intensificam a pressão por uma reforma ministerial ampla. O movimento ganhou força após a pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira, 14, mostrar que a aprovação do presidente caiu de 35% para 24% em dois meses, enquanto a reprovação subiu de 34% para 41%.
A insatisfação dentro da base aliada não é nova, mas a crise de popularidade elevou o tom das cobranças. O receio entre parlamentares é que a demora nas trocas reduza o interesse de aliados em assumir ministérios, o que enfraqueceria o governo no Congresso.



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Líderes do Centrão defendem que a reforma aconteça antes do Carnaval, evitando que Lula inicie o ano legislativo com um clima de mal-estar na base. Além disso, apontam que o presidente precisa fazer mudanças mais amplas do que as cogitadas até agora para sinalizar uma recomposição política e fortalecer a articulação do governo.
A principal cobrança recai sobre o núcleo político do Planalto, onde todas as principais pastas estão sob comando do PT. Atualmente, a Casa Civil, a Secretaria-Geral da Presidência e a Secretaria de Relações Institucionais são ocupadas por Rui Costa, Márcio Macêdo e Alexandre Padilha, respectivamente.

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Diante da resistência de Lula em substituir Rui Costa, o Centrão cogita remanejar Padilha para o Ministério da Saúde, no lugar de Nísia Trindade, que é alvo de críticas do bloco político. Com isso, o cargo de ministro das Relações Institucionais poderia ser ocupado por um nome mais alinhado ao Congresso, como Isnaldo Bulhões (MDB-AL), aliado do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).
Outras pastas sob pressão incluem Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Agrário e Educação, que têm grandes orçamentos e são comandadas por petistas.

Além das mudanças ministeriais, aliados de Lula cobram entregas de promessas de campanha, como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, que ainda não avançou. Também reconhecem o desgaste gerado pela polêmica sobre o Pix, impulsionada por vídeos da oposição, como o do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).
Enquanto isso, bolsonaristas intensificam a mobilização contra o governo e convocam manifestações para 16 de março, com pautas incluindo um pedido de impeachment de Lula. Nos bastidores, até mesmo senadores oposicionistas admitem que a viabilidade dessa iniciativa ainda é remota, mas avaliam que a pressão pode crescer se a popularidade do presidente continuar em queda.

No Planalto, interlocutores de Lula acreditam que a pesquisa do Datafolha deve acelerar ajustes na estratégia política e na comunicação do governo. A avaliação interna é que o presidente precisa focar em medidas voltadas para trabalhadores e informais, como redução do preço dos alimentos e revisão do Imposto de Renda.
Há também um diagnóstico de falhas na comunicação. Aliados do governo apontam que ações positivas, como a gratuidade de 100% dos medicamentos do Farmácia Popular, a queda no dólar e a menor taxa de desemprego da história, não tiveram a repercussão esperada.
No início do ano, Lula trocou o comando da Secretaria de Comunicação (Secom), substituindo Paulo Pimenta (PT-RS) pelo marqueteiro Sidônio Palmeira. A mudança ocorreu sob a avaliação de que o governo está bem, mas a comunicação não chega à população.

Agora, aliados esperam que os números da pesquisa sirvam de alerta para que Lula faça ajustes antes que a insatisfação se amplie, comprometendo não apenas sua governabilidade, mas também sua eventual candidatura à reeleição ou o desempenho de um nome apoiado por ele em 2026.
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