Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar

Porta dos Empregos

Vagas de Empregos e Concursos do Brasil

  • Vagas
    • Noticias de Empregos
    • Empregos Brasil
    • Empleo en Espana
    • Empregos Portugal
  • Concursos
    • Concursos Federais
    • Concursos Estaduais
    • Concurso Bancário
  • Finanças
    • Emprestimo
    • Cartão de Crédito
    • Conta Digitais
  • Categorias
    • Auxílio Brasil
    • Seguros
    • Economia
  • Cursos
  • Política
  • Web Stories
Leitura: Agromilicianos atacam terra Guarani e Kaiowá e matam líder
Share
Notification Mostre mais
Font ResizerAa

Porta dos Empregos

Vagas de Empregos e Concursos do Brasil

Font ResizerAa
  • Vagas
  • Concursos
  • Finanças
  • Categorias
  • Cursos
  • Política
  • Web Stories
Buscar
  • Vagas
    • Noticias de Empregos
    • Empregos Brasil
    • Empleo en Espana
    • Empregos Portugal
  • Concursos
    • Concursos Federais
    • Concursos Estaduais
    • Concurso Bancário
  • Finanças
    • Emprestimo
    • Cartão de Crédito
    • Conta Digitais
  • Categorias
    • Auxílio Brasil
    • Seguros
    • Economia
  • Cursos
  • Política
  • Web Stories
agromilicia-ataque-guarani-e-kaiowa-foto-tiago-miotto-cimi
Porta dos Empregos > Política > Agromilicianos atacam terra Guarani e Kaiowá e matam líder
Política

Agromilicianos atacam terra Guarani e Kaiowá e matam líder

Porta dos Empregos
Ultima atualização 17 de novembro de 2025 15:24
Porta dos Empregos
Agromilicianos atacam terra Guarani e Kaiowa e matam lider.jpg
SHARE

Em meio às discussões da COP30 em Belém, mais um capítulo trágico de ataques contra indígenas Guarani e Kaiowá



Você pode Gostar:

  • 19-de abril-Dia-dos-povos-originarios
    19 de abril é Dia dos Povos Indígenas
  • ibge-391-etnias-indigenas-295-linguas-brasil-marcelo-camargo-agencia-brasil-tvt-news
    IBGE: 391 etnias indígenas falam 295 línguas no Brasil
  • ministerios-entregam-75-computadores-em-aldeias-guarani-kaiowa-ato-reuniu-mais-de-300-pessoas-na-escola-estadual-indigena-mboeroy-foto-rafael-francisco-mdhc-tvt-news
    Ministérios entregam 75 computadores em aldeias…
  • Numero de falantes de linguas indigenas aumenta quase 50 em.jpg
    Número de falantes de línguas indígenas aumenta…

Em meio às discussões da COP30 em Belém, mais um capítulo trágico da longa disputa territorial no sul do Mato Grosso do Sul entre agromilicianos e o povo Guarani e Kaiowá. Cerca de 20 homens fortemente armados atacaram, na madrugada deste domingo (16), a retomada de Pyelito Kue, na Terra Indígena (TI) Iguatemipeguá I, em Iguatemi (MS). Entenda na TVT News.

grupo whatsapp portal cidadao

O ataque, que se estendeu entre 4h e 6h, resultou no assassinato de Vicente Fernandes Vilhalva Kaiowá e Guarani, de 36 anos, morto com um tiro na cabeça. Outros quatro indígenas, entre eles dois adolescentes e uma mulher, também foram feridos por disparos de arma de fogo e balas de borracha. O momento é simbólico. Líderes discutem agenda verde na COP30 enquanto os defensores da floresta são assassinados. É o que denuncia o Conselho Indígena Missionário (Cimi), em carta aberta.

“Sem a demarcação de suas terras, os Guarani e Kaiowá se arriscam em retomadas numa região em que a agromilícia age como se estivesse em uma terra sem leis – e sem quaisquer ou poucas consequências. Os ataques são sistemáticos, permanentes e estruturais, presidente Lula”, afirma o Cimi.

O ataque contra os Guarani e Kaiowá

Segundo relatos de moradores da própria retomada, os pistoleiros tentaram recolher o corpo de Vicente para levá-lo, mas foram impedidos pelos Kaiowá e Guarani. A Funai confirmou as informações, enquanto a Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) e equipes da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) chegaram ao local ainda pela manhã. A Polícia Federal é aguardada para realizar perícia.

Indígenas afirmam haver indícios de participação de policiais militares e agentes do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) entre os agressores. Três dos feridos foram atingidos por balas de borracha, um tipo de munição de uso restrito a forças de segurança, elemento que reforça a suspeita.

Cerco e destruição

Após os disparos iniciais, os Kaiowá e Guarani recuaram para a aldeia de Pyelito Kue, contígua à retomada. A partir daí, os pistoleiros estabeleceram um cerco, impedindo a saída e a entrada na comunidade. Uma ponte foi derrubada para bloquear o acesso, o que atrasou a chegada da Força Nacional, que precisou entrar pelas fazendas do entorno.

“Estamos cercados. Estão atirando. Seguiram atirando até aqui na aldeia, fora da retomada, nas nossas casas. Estamos cercados. Sem chance de defesa”, relatou uma indígena Kaiowá e Guarani, que pediu para não ser identificada por segurança. O som dos disparos podia ser ouvido durante ligações feitas por moradores a autoridades, ainda antes do amanhecer.

Tratores usados pelos agressores derrubaram barracos da retomada e abriram valas para enterrar pertences das famílias: panelas, roupas, alimentos, lonas e objetos sagrados ligados à espiritualidade. Parte dos barracos foi incendiada. Uma grande quantidade de cápsulas de munição foi recolhida pelos próprios indígenas após o ataque.

Repetição da violência

O episódio é o mais grave de uma série de investidas contra retomadas Kaiowá e Guarani no estado. Desde outubro, quando retomaram uma área da Fazenda Cachoeira, sobreposta à TI Iguatemipeguá I, os indígenas afirmam ter sofrido quatro ataques, sendo o deste domingo o mais brutal.

A violência repete um padrão: há quase dois anos, em 18 de novembro de 2023, famílias de Pyelito Kue haviam sido expulsas à força de outra área retomada, na Fazenda Maringá, também sobreposta à TI. Situações semelhantes ocorreram recentemente nas retomadas da TI Guyraroká e no tekoha Passo Piraju.

Em nota, a Kuñangue Aty Guasu, a Grande Assembleia das Mulheres Guarani e Kaiowá, lembrou que a comunidade aguarda há 40 anos a conclusão da demarcação do território que abrange os tekoha Pyelito Kue e Mbaraka’y. As lideranças exigem investigação imediata do ataque e responsabilização dos envolvidos.

Uma luta de décadas

O tekoha Pyelito Kue/Mbaraka’y faz parte de um conjunto de territórios incluídos em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2007 entre o Ministério Público Federal e a Funai, que previa a conclusão dos estudos em três anos. Esses estudos só foram publicados em 2013, quando a TI Iguatemipeguá I foi delimitada com 41,5 mil hectares. Desde então, contudo, o processo não avançou para a demarcação definitiva.

O território ganhou repercussão nacional em 2012, quando uma decisão da Justiça Federal de Naviraí determinou o despejo da comunidade que ocupava parte da Fazenda Cambará. Em resposta, os indígenas divulgaram uma carta coletiva:“Decretem a nossa morte coletiva Guarani e Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay e enterrem-nos aqui. Visto que decidimos não sairmos daqui com vida e nem mortos”.

A carta foi interpretada, equivocadamente, como anúncio de suicídio coletivo, gerando intensa comoção pública. Milhares de pessoas passaram a adotar “Guarani-Kaiowá” em seus sobrenomes nas redes sociais. A pressão levou o Tribunal Regional Federal da 3ª Região a suspender a ordem de despejo, garantindo à comunidade a permanência, mas em apenas um dos 761 hectares da fazenda.

Clamor por proteção

O ataque deste domingo reacende o alerta sobre a escalada de violência praticada por agromilícias na região, ao mesmo tempo em que a demarcação segue paralisada. Para os Kaiowá e Guarani, trata-se de mais um capítulo da luta por sobrevivência em um território devastado por décadas de avanço agrícola e conflitos fundiários.

Enquanto aguardam a chegada da perícia da Polícia Federal e a abertura de investigação formal, os moradores de Pyelito Kue permanecem sob tensão. O cerco foi rompido com a entrada da Força Nacional, mas o medo de novos ataques persiste.

A comunidade, que há mais de 40 anos espera pelo reconhecimento oficial de seu território tradicional, enterra mais um de seus integrantes, e cobra do Estado a proteção que, mais uma vez, falhou.

(Visited 5 times, 1 visits today)
Aviso Importante: As vagas anunciadas neste site de empregos: portadosempregos.com.br é gratuito e te ajuda a conseguir. encontrar uma vaga para entrar no mercado de trabalho! Lembrando que é de responsabilidade da empresa anunciante, não realizamos processo de seleção ou qualquer tipo de entrevista.
grupo whatsapp portal cidadao
TAGGED:AgromilicianosatacamGuaraniKaiowáLídermatamTerra
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp Telegram Copy Link
Artigo Anterior TVT exibe Brasil no Mundo, programa que explica as notícias internacionais TVT exibe Brasil no Mundo, programa explica notícias internacionais
Próximo artigo Nao prometeu nada e entregou tudo Claudio Castro vira heroi.jpg Cláudio Castro anuncia programa ‘Barricada Zero’ para enfrentar facções criminosas nas favelas
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você pode gostar também

GRAVE Reuniao termina em tiroteio em prefeitura de SP e.jpg
Política

GRAVE: Reunião termina em tiroteio em prefeitura de SP e secretário é baleado

6 de janeiro de 2025
A reacao de Elon Musk apos ser xingado por Janja.jpg
Política

A reação de Elon Musk após ser xingado por Janja

18 de novembro de 2024
Amor de verao Bolsonaro da indireta a Marcal e defende.jpg
Política

“Amor de verão”: Bolsonaro dá indireta a Marçal e defende Nunes

4 de outubro de 2024
Em meio a desgaste Janja desiste de viagem para Nova.jpg
Política

Em meio a desgaste, Janja desiste de viagem para Nova Iorque

12 de março de 2025
favicon
Junte-se a nós!
Entre na nossa comunidade do WhatsApp e nunca perca nossas últimas notícias etc.
ACESSE O LINK ABAIXO
CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NO GRUPO
adbanner
Welcome Back!

Sign in to your account