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Porta dos Empregos > Política > Começa a valer a lei que proíbe acesso de adolescentes às redes sociais
Política

Começa a valer a lei que proíbe acesso de adolescentes às redes sociais

Porta dos Empregos
Ultima atualização 10 de dezembro de 2025 11:41
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Comeca a valer a lei que proibe acesso de adolescentes.jpg
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A Austrália passou a fazer valer, nesta quarta-feira (10/12), uma nova legislação que impede menores de 16 anos de utilizarem redes sociais. A regra já levou ao bloqueio de milhares de contas de adolescentes, e o governo afirma que a iniciativa busca resguardar a saúde mental desse público jovem.



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O que diz a nova lei australiana sobre o uso de redes sociais?

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A legislação aprovada na Austrália proíbe que menores de 16 anos mantenham contas em redes sociais e define obrigações específicas para as empresas responsáveis por essas plataformas. A medida atinge diretamente serviços como Facebook, Instagram, Threads, TikTok, YouTube, Snapchat, X (antigo Twitter), Reddit, Discord e a plataforma de streaming Kick, que precisam adotar “medidas razoáveis” para identificar usuários abaixo da idade mínima.

Segundo o governo, já nas primeiras horas de vigência da lei foram registrados mais de 200 mil bloqueios apenas no TikTok, número que deve crescer com o passar das semanas. As autoridades solicitaram dados detalhados às companhias para acompanhar quantos perfis estão sendo removidos ou suspensos por descumprimento da idade mínima, e prometem auditorias periódicas para verificar a efetividade dessas ações.

Quais aplicativos de mensagens permanecem permitidos?

Aplicativos classificados como serviços de mensagens privadas, como WhatsApp e Messenger, ficaram fora da proibição. Na prática, esses apps se transformaram na principal alternativa para adolescentes que desejam manter o contato digital com amigos e familiares, sem infringir a nova norma e evitando a exposição típica de redes abertas.

Essas plataformas de mensagem seguem sendo monitoradas por autoridades, especialmente em relação a segurança, compartilhamento de conteúdos sensíveis e possíveis casos de assédio. Ainda assim, o governo as vê como ambientes relativamente mais controlados, focados em conversas diretas, em vez de feeds públicos e algoritmos de recomendação massiva.

Por que a Austrália decidiu restringir redes sociais para adolescentes?

O governo australiano justifica a lei com base em evidências e relatos sobre o impacto das redes sociais na saúde mental de adolescentes. Entre as principais preocupações estão o aumento de sintomas de ansiedade, a baixa autoestima ligada à comparação constante com outros usuários, o isolamento em ambientes escolares e a exposição prematura a conteúdos potencialmente prejudiciais.

Autoridades citam ainda riscos como cyberbullying, aliciamento por adultos, acesso a materiais violentos e a manipulação algorítmica, que pode direcionar usuários a conteúdos cada vez mais extremos ou sensíveis. A chefe do Escritório de Segurança Eletrônica da Austrália (eSafety), Julie Inman-Grant, classifica a lei como um passo em direção a maior alfabetização digital, incentivando um uso mais crítico da internet antes do ingresso pleno em redes abertas.

Como a lei australiana pode influenciar outros países?

A nova lei australiana sobre redes sociais e menores de 16 anos já começa a repercutir fora do país, servindo como espécie de laboratório regulatório. A União Europeia estuda regras mais rígidas para big techs, com idade mínima padronizada, e a Malásia anunciou planos para implementar legislação semelhante no início do próximo ano, inspirando-se explicitamente no modelo australiano.

Especialistas em políticas digitais apontam que a experiência da Austrália será observada por governos que buscam equilibrar proteção infantil, liberdade de expressão e responsabilidade das empresas. O modo como as plataformas irão comprovar que tomaram “medidas razoáveis” para verificar a idade dos usuários tende a se tornar ponto central do debate internacional:

Ferramentas de verificação de idade sem exposição excessiva de dados pessoais;

Mecanismos de denúncia e revisão de bloqueios de contas;

Transparência sobre o uso de algoritmos na recomendação de conteúdo para adolescentes;

Cooperação com órgãos de proteção à infância e entidades de saúde mental.

Quais são os impactos da medida?

Na rotina das famílias australianas, a restrição tende a modificar a forma como adolescentes se relacionam com a internet, deslocando o foco de feeds públicos e conteúdos virais para canais de mensagem privada e ambientes mais controlados. Para escolas, o tema entra de vez na pauta de orientações sobre uso responsável de tecnologia, prevenção de bullying virtual e fortalecimento de habilidades socioemocionais offline.

Para as empresas de tecnologia, a lei representa um desafio operacional e financeiro, exigindo investimentos em sistemas de identificação etária, canais de suporte específicos e auditorias internas. Em paralelo, cresce a expectativa de que as plataformas desenvolvam produtos pensados para menores, com mais camadas de proteção, recursos de supervisão parental, limites de interação com desconhecidos e design que reduza práticas consideradas viciantes.

FAQ sobre uso de redes sociais na Austrália

Qual a idade mínima para usar redes sociais na Austrália após a nova lei? A idade mínima fixada é de 16 anos. Contas de usuários identificados abaixo dessa faixa etária devem ser bloqueadas ou desativadas pelas plataformas.

Quais redes sociais são afetadas pela restrição a menores de 16 anos? A lei atinge Facebook, Instagram, Threads, TikTok, YouTube, Snapchat, X, Reddit, Discord e a plataforma de streaming Kick, entre outras de perfil semelhante.

Aplicativos de mensagem também foram proibidos para adolescentes? Não. Serviços como WhatsApp e Messenger foram classificados como apps de mensagens e, por isso, ficaram fora da proibição, funcionando como principal canal de contato digital para muitos jovens.

Outros países já adotam regras parecidas com as da Austrália? A União Europeia estuda regras para definir idade mínima de uso de redes sociais, e a Malásia anunciou que pretende implementar uma lei semelhante à australiana no início do próximo ano.

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