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Porta dos Empregos > Política > STF retoma julgamento de Bolsonaro e aliados nesta quarta (3)
Política

STF retoma julgamento de Bolsonaro e aliados nesta quarta (3)

Porta dos Empregos
Ultima atualização 3 de setembro de 2025 01:00
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STF retoma julgamento de Bolsonaro e aliados nesta quarta 3.jpg
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Defesas dos réus do núcleo 1 seguem com sustentação oral para absolvição de seus clientes



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O Supremo Tribunal Federal (STF) continua nesta quarta-feira (3) o julgamento do núcleo 1 da tentativa de golpe de Estado em 2022. O grupo que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro é considerado pela Procuradoria-Geral da República o “núcleo crucial” da trama golpista. Hoje, as defesas de Augusto Heleno, Bolsonaro, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto fazem a sustentação oral. Saiba mais em TVT News.

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Assista ao julgamento na TVT

A TVT é a única emissora de televisão aberta que irá transmitir ao vivo todas as sessões do julgamento do núcleo 1 da tentativa de golpe de Estado. É possível acompanhar pelos canais 555, da parabólica digital, e 44.1, na Grande São Paulo, ou pelo YouTube. Uma equipe de reportagem estará em Brasília para acompanhar o julgamento.

Veja o calendário do julgamento do golpe

DATA HORÁRIO DA SESSÃO2 de setembro (terça-feira)Das 9h às 12h e também das 14h às 19h.3 de setembro (quarta-feira)Das 9h às 12h.9 de setembro (terça-feira)Das 9h às 12h e também das 14h às 19h.10 de setembro (quarta-feira)Das 9h às 12h.12 de setembro (sexta-feira)Das 9h às 12h e também das 14h às 19h.

O colegiado deseja evitar que o julgamento ocorra em 2026, ano eleitoral. Apesar da última sessão estar agendada para 12 de setembro, o julgamento pode terminar antes ou ser prorrogado caso algum ministro peça vista. Neste caso, o veredito poderia ser postergado em até 90 dias.

Núcleo 1 da tentativa de golpe

Os oito réus compõem o “núcleo crucial” da tentativa de golpe, de acordo com a PGR. 

Com exceção do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), os réus são acusados pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; tentativa de golpe de Estado; envolvimento em organização criminosa armada; dano qualificado pela violência e grave ameaça; e deterioração de patrimônio tombado.

Ramagem é acusado de três dos cinco crimes: tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. As outras acusações foram suspensas com o benefício da imunidade parlamentar, porque se referem aos atos golpistas de 8 de janeiro, quando o deputado já havia sido diplomado.

Fazem parte do núcleo 1 da trama golpista

Alexandre Ramagem (ex-diretor da Abin);

Almir Garnier (ex-comandante da Marinha);

Anderson Torres (ex-ministro da Justiça);

Augusto Heleno (ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional);

Mauro Cid (delator e ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro);

Jair Bolsonaro (ex-presidente da República);

Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa);

Walter Braga Netto (ex-ministro da Defesa e vice de Bolsonaro na chapa das eleições de 2022)

O que aconteceu no primeiro dia do julgamento do golpe

Moraes: “A impunidade, a omissão e a covardia não são opções para a pacificação”

Após a abertura da primeira sessão pelo ministro Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, relator da ação penal, leu o relatório final do julgamento de Bolsonaro e outros sete réus.

Moraes realizou um balanço da situação política atual do Brasil, em que afirmou que vivemos um momento de democracia forte, com instituições independentes, economia em crescimento e sociedade civil atuante. O ministro lamentou que mais uma vez na história do país tenha sido tentada a realização de um golpe de Estado. 

Moraes  também deixou claro que o curso do processo não será afetado por pressão externa, em referência às sanções dos Estados Unidos (EUA). Além da tarifa de 50%, o governo Donald Trump (Republicanos) aplicou a lei Magnitsky contra o ministro como chantagem pela anistia de Bolsonaro.

Ministro do STF, Alexandre de Moraes. Foto: Luiz Silveira/STF

Em recado aos políticos que também desejam conquistar a anistia para o ex-presidente e demais golpistas, Moraes disse que a  verdadeira pacificação vem do respeito à Constituição, da aplicação das leis e do fortalecimento das instituições. A “covardia do apaziguamento significa impunidade e desrespeito à Constituição Federal”, seguiu o ministro.

Foi esclarecido que todos os advogados de defesa e ministros da Primeira Turma do STF tiveram amplo acesso aos autos do processo e material probatório por meio de link e HD externo. O esclarecimento contradiz o argumento da defesa de que não puderam acessar livremente as provas do julgamento. 

PGR: Jair Bolsonaro liderou organização criminosa

Após a leitura do relatório por Moraes, o Procurador-Geral da República (PGR), Paulo Gonet, fez sua sustentação oral por duas horas. A acusação argumentou que os golpistas planejavam o assassinato de autoridades, como o então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

O objetivo seria garantir que Bolsonaro seguisse no poder, auxiliado por grupos militares, mesmo derrotados nas urnas. O candidato a vice de Bolsonaro na chapa de 2022, general Walter Braga Netto também é um dos réus.

“A democracia no Brasil assume sua defesa ativa contra a tentativa de golpe”, disse Gonet sobre Bolsonaro. Foto: Rosinei Coutinho/STF

Gonet resumiu que “foram múltiplas ações do grupo denunciado onde se notam unidade de propósito; o de impedir a chegada e o exercício do poder pelo presidente que concorria pela oposição (Lula). E de promover a continuidade no poder pelo presidente Bolsonaro, pouco importando os resultados apurados no sufrágio de 2022”.

Por fim, o PGR disse que “discursos encontrados na sala de Bolsonaro reforçam a convicção a respeito do domínio que ele possuía sobre as ações da organização criminosa, particularmente quanto ao desfecho desejado, sua permanência autoritária no poder mediante o uso da força. É certa também a convocação do alto comando das Forças Armadas para apresentação de medidas de exceção que impediriam a posse do novo governo eleito”.

Sustentação oral das defesas dos réus

Na sessão da tarde de terça-feira (2), as defesas de quatro réus — Mauro Cid, Almir Garnier, Alexandre Ramagem, Anderson Torres — fizeram as sustentações orais. As falas foram marcadas por elogios aos ministros do Supremo, tentativa de absolvição ou diminuição das penas dos clientes e defesas da rescisão da delação de Cid por parte dos advogados de Ramagem e Garnier. Confira alguns destaques:

Os advogados de Mauro César Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, iniciaram as sustentações orais defendendo a legalidade da delação premiada firmada pelo ex-ajudante de ordens. Eles reforçaram a posição contrária às defesas dos demais réus, que tentam anular a delação.

O advogado Jair Alves Pereira destacou que, em nenhum momento, Cid foi coagido ou ameaçado pelos investigadores, rebatendo a tese de que sua colaboração teria sido forçada. Já o advogado Cezar Bitencourt sustentou que Mauro Cid não participou da trama golpista e que não há provas que o vinculem à tentativa de golpe.

Após a defesa de Alexandre Ramagem, a ministra Cármen Lúcia rebateu o advogado Paulo Cintra. A magistrada reforçou que o sistema eleitoral brasileiro é amplamente auditável, íntegro e seguro, desde a adoção do voto eletrônico em 1996. Ela destacou que houve uma confusão proposital entre os termos “voto auditável” e “voto impresso”, utilizada para colocar em dúvida a lisura das eleições.

Segundo a ministra, o voto impresso não tem relação com a garantia do sigilo e da higidez do processo, já assegurados pela urna eletrônica. Cármen Lúcia lembrou ainda que todas as etapas do processo eleitoral são passíveis de auditoria, inclusive com acompanhamento de partidos políticos e instituições.

A defesa do almirante Almir Garnier negou que o militar tenha colocado as tropas à disposição da tentativa de golpe

A defesa de Alexandre Ramagem negou que o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) tenha determinado o monitoramento ilegal de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de desafetos políticos do ex-presidente Jair Bolsonaro

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