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Leitura: 2025, último ano em que sabemos o que é real
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Porta dos Empregos > Política > 2025, último ano em que sabemos o que é real
Política

2025, último ano em que sabemos o que é real

Porta dos Empregos
Ultima atualização 4 de dezembro de 2025 16:05
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Artigo do publicitário, especialista em marketing político, Christian Jauch para a TVT News.



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2025 pode ser o último ano em que ainda sabemos o que é real

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Por Christian Jauch 

Sou de 1980. Nasci no mundo do papel, do telefone fixo, do fax chiando, da TV que saía do ar à meia-noite. Vi a internet nascer discada, virar banda larga, explodir nas redes sociais e reorganizar tudo: trabalho, relações, política, reputações, crises, guerras simbólicas. Atravessei a transição do analógico para o digital — e agora estou imerso numa terceira era: a da Inteligência Artificial.

Essa travessia não é apenas tecnológica. É mental, cultural e, cada vez mais, democrática. O que estamos vivendo hoje não é simples evolução. É ruptura.

A Inteligência Artificial não cresceu de forma gradual. Ela explodiu. Em poucos anos, saiu dos laboratórios e entrou na rotina das pessoas, das empresas, dos governos, das campanhas, do design, da voz, do texto, do atendimento, do CRM e da estratégia. De ferramenta de nicho, virou ferramenta de sobrevivência. Hoje, quem não usa simplesmente perde tempo, e o tempo virou o ativo mais raro da comunicação.

No início, tudo parecia inofensivo. Vozes falsas cantando músicas, filtros engraçados, fotos inventadas, memes, dancinhas. A Inteligência Artificial (IA) viralizou como diversão. Mas o mesmo sistema que faz rir também fabrica mentiras com qualidade de cinema. Hoje, uma fake news não precisa mais ser mal feita para enganar: ela pode ter imagem, voz, cenário, emoção, trilha sonora e edição profissional. Tudo falso. Tudo convincente. O problema não é a tecnologia. O problema é a escala.

A Inteligência Artificial virou commodity. Como água encanada. Como energia elétrica. Você não precisa mais entender como funciona, só precisa usar, porque o mundo não desacelera esperando ninguém. Empresas usam. Governos usam. Políticos usam. Golpistas usam. Jornalistas usam. Designers usam. Crianças usam. Todo mundo usa. Fingir que dá para ficar fora disso é apenas empurrar o atraso para frente.

2025 pode ser o último ano em que ainda conseguimos diferenciar o que é humano do que é artificial

E aqui entra uma hipótese incômoda: 2025 pode ser o último ano em que ainda conseguimos, com alguma segurança, diferenciar o que é humano do que é artificial. Daqui em diante, a dúvida será permanente. A desconfiança também. Entramos na era em que o real não é mais óbvio, ele precisa ser provado.

Formalmente, o ano eleitoral começa em 1º de janeiro de 2026. Na prática, ele já está em aquecimento invisível. Estruturas montadas. Testes feitos. Narrativas em laboratório. O que vem pela frente não é apenas disputa de propostas, mas guerra de percepções, edição de realidade e manipulação emocional em escala industrial. A democracia vai passar pelo maior estresse-teste da sua história recente.

Nunca foi tão fácil fabricar consenso artificial. Nunca foi tão simples criar inimigos imaginários. Nunca foi tão eficiente destruir reputações com aparência de verdade. 2026 tende a ser o ano da superprodução de fake news, não só por maldade, mas porque a tecnologia agora permite, acelera e barateia.

Antes de regulamentar, é preciso entender o que é Inteligência Artificial. Foto: Pexels

Inteligência Artificial e as eleições

Sem entrar em ataques institucionais, há um descompasso técnico evidente: o sistema jurídico é lento por natureza; a tecnologia é rápida por definição. Enquanto o Judiciário corre de carro 1.0, a tecnologia pilota um foguete. E há um agravante que digo há muito tempo: o brasileiro se digitalizou antes de se alfabetizar plenamente, e isso traz consequências sérias.

Temos um país hiperconectado, mas com baixa formação crítica para interpretar o que consome. A inteligência artificial não espera despacho, não aguarda julgamento, não respeita prazos. Ela simplesmente executa, enquanto a sociedade ainda tenta entender o que está acontecendo.

No meio desse cenário ruidoso, talvez a estratégia mais poderosa volte a ser a mais antiga: contar histórias que fazem sentido. Não as mais barulhentas, mas as mais coerentes. A máquina grita. A verdade sustenta.

O cidadão comum não vai checar código-fonte, nem auditar algoritmo. Ele vai fazer algo muito mais primitivo e, ao mesmo tempo, mais sofisticado: sentir. Vai perceber se aquilo faz sentido com a sua vida, com a sua dor, com a sua esperança, com a sua realidade. O racional oscila. A intuição é mais resistente do que se imagina.

Existe uma lição poderosa no livro Como vencer quando você não é o favorito, de Rubens Teixeira. A tese é simples: estrutura ajuda, dinheiro impulsiona, mas é a história verdadeira que move. No ambiente político que se desenha, com superproduções artificiais, avatares perfeitos e narrativas fabricadas, talvez vença não quem gritar mais alto, mas quem for mais real.

A Inteligência Artificial vai continuar fazendo coisas cada vez mais impressionantes. Mas ela ainda não sustenta caráter. Não vive consequência. Não constrói legado. E, no fim das contas, política ainda é sobre gente. Comunicação ainda é sobre vínculo. Estratégia ainda é sobre escolhas.

O alerta não é para ter medo da tecnologia. É para não deixar que ela nos substitua exatamente onde somos insubstituíveis: na consciência, na emoção e na responsabilidade.

Sobre o autor

Christian Jauch é publicitário com sólida formação multidisciplinar e MBA em Comunicação Governamental e Marketing Político pelo IDP. Atua há mais de 20 anos em campanhas eleitorais, mandatos e comunicação institucional, com destaque na área de eleições da OAB. É especialista em marketing, design estratégico e inovação, é membro fundador da Alcateia Política e membro do CAMP – Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político

Os artigos dos colunistas expressam as opiniões individuais da autora ou do autor e não, necessariamente, refletem a opinião da TVT News

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