Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar

Porta dos Empregos

Vagas de Empregos e Concursos do Brasil

  • Vagas
    • Noticias de Empregos
    • Empregos Brasil
    • Empleo en Espana
    • Empregos Portugal
  • Concursos
    • Concursos Federais
    • Concursos Estaduais
    • Concurso Bancário
  • Finanças
    • Emprestimo
    • Cartão de Crédito
    • Conta Digitais
  • Categorias
    • Auxílio Brasil
    • Seguros
    • Economia
  • Cursos
  • Política
  • Web Stories
Leitura: escolas levam pautas sociais, ancestralidade e resistência ao Anhembi 
Share
Notification Mostre mais
Font ResizerAa

Porta dos Empregos

Vagas de Empregos e Concursos do Brasil

Font ResizerAa
  • Vagas
  • Concursos
  • Finanças
  • Categorias
  • Cursos
  • Política
  • Web Stories
Buscar
  • Vagas
    • Noticias de Empregos
    • Empregos Brasil
    • Empleo en Espana
    • Empregos Portugal
  • Concursos
    • Concursos Federais
    • Concursos Estaduais
    • Concurso Bancário
  • Finanças
    • Emprestimo
    • Cartão de Crédito
    • Conta Digitais
  • Categorias
    • Auxílio Brasil
    • Seguros
    • Economia
  • Cursos
  • Política
  • Web Stories
Academicos-do-Tatuape-carnaval-divulgacao-ligasp-tvt-news
Porta dos Empregos > Política > escolas levam pautas sociais, ancestralidade e resistência ao Anhembi 
Política

escolas levam pautas sociais, ancestralidade e resistência ao Anhembi 

Porta dos Empregos
Ultima atualização 12 de fevereiro de 2026 17:44
Porta dos Empregos
escolas levam pautas sociais ancestralidade e resistencia ao Anhembi.jpg
SHARE

Das lutas por reforma agrária e direitos indígenas às homenagens a mulheres negras e religiões afro-brasileiras, confira os detalhes dos sambas-enredo de sete escolas de São Paulo



Você pode Gostar:

  • 19-de abril-Dia-dos-povos-originarios
    19 de abril é Dia dos Povos Indígenas
  • 2 de dezembro e o Dia Nacional do Samba batida.jpg
    2 de dezembro é o Dia Nacional do Samba; batida e identidade
  • 25-de-julho-e-o-dia-da-mulher-negra-latino-americana-na-10a-marcha-das-mulheres-negras-do-rj-as-mulheres-negras-marcham-contra-o-racismo-e-pelo-bem-viver-foto-tania-rego-agencia-brasil-tvt-news
    25 de julho é o Dia da Mulher Negra Latino-americana
  • Stevecoleimages_Guetty
    Lista Forbes "50 Grupos de Mulheres do Agro Brasil";…

Os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval 2026 de São Paulo começam na próxima sexta-feira (13) e vão até sábado (14). No meio dos diversos sambas-enredo das 14 agremiações principais, sete se destacam pelas temáticas que abordam questões sociais e de luta à homenagens a personalidades brasileiras admiráveis, indo de debates sobre reforma agrária, preservação ambiental e direitos dos povos originários a exaltação da cultura e religiosidade afro-brasileiras. 

grupo whatsapp portal cidadao

As composições da Mocidade Unida da Mooca, Dragões da Real, Acadêmicos do Tatuapé, Vai-Vai, Mocidade Alegre, Gaviões da Fiel e Camisa Verde e Branco vão levar ao Anhembi manifestações políticas, históricas e identitárias, com sambas que servem de instrumento de consciência e resistência cultural. Veja os detalhes dos sambas-enredo das sete escolas na TVT News.

Foto: Divulgação

Mocidade Unida da Mooca: GÈLÈDÉS – Agbara Obinrin 

A Mocidade Unida da Mooca, primeira escola a desfilar na sexta-feira (13), a agremiação da Zona Leste levará para o Anhembi o enredo GÈLÈDÉS – Agbara Obinrin, uma celebração ao poder ancestral e político das mulheres negras. Após o vice-campeonato do Grupo de Acesso 1 no ano passado, a MUM mantém a linha de desfiles com viés social e transforma a avenida em um espaço de manifesto, batizado pela equipe criativa de “quilombo intelectual”.

Assinado por Lucas Donato e outros compositores, o samba-enredo combina a espiritualidade de matriz africana com discurso de resistência. Termos como Itã, Xirê e Ori aparecem ao lado de versos de enfrentamento, como “Quero ver, Casa-Grande vai tremer / No meu Quilombo é noite de Xirê!”. O refrão resgata a frase “Ninguém solta a mão de ninguém”, enfatizando a união e a sororidade como pilares da luta coletiva das mulheres negras por reconhecimento e igualdade.

A obra musical dialoga diretamente com a homenagem ao Geledés – Instituto da Mulher Negra, que completa mais de 37 anos de atuação no combate ao racismo e ao sexismo no país. A proposta, desenvolvida pelo carnavalesco Renan Ribeiro e pela enredista Thayssa Menezes, amplia o tributo para além de figuras individuais, celebrando o legado de intelectuais e ativistas como Sueli Carneiro, fundadora do Instituto; Lélia Gonzalez, Beatriz Nascimento, Laudelina de Campos Melo, Conceição Evaristo, Rosana Paulino e Leci Brandão. O desfile pretende apresentar essas trajetórias como parte fundamental da construção do pensamento social brasileiro.

A estética do desfile deve mesclar guelés, tecidos africanos e referências a livros, salas de aula e espaços de saber, simbolizando a ocupação intelectual e política das mulheres negras. 

Foto: Reprodução

Dragões da Real: Guerreiras Icamiabas – Uma lendária história de força e resistência

Já a Dragões da Real vai abordar a força da ancestralidade indígena para embalar seu desfile no Carnaval de São Paulo em 2026. O samba-enredo Guerreiras Icamiabas – Uma lendária história de força e resistência conduz a narrativa da escola da Vila Anastácio com um mergulho na mitologia amazônica ao contar a saga das mulheres guerreiras que, segundo a lenda, viviam sem homens às margens do Rio Nhamundá. Com versos que exaltam a “alma da floresta em oração” e incorporam termos de línguas originárias, a obra musical se propõe a ser o fio condutor de um desfile que une tradição, identidade cultural e mensagem social.

Assinado pelos compositores Renne Campos, Márcio Biju e Alemão do Pandeiro, o samba é descrito pela direção da escola como vibrante e de fácil evolução, com uma cadência que favorece o canto forte da comunidade. A letra evoca elementos espirituais da natureza, como a lua, os rios e entidades protetoras da mata, focando no sagrado das Icamiabas. A interpretação ficará a cargo do intérprete oficial Renê Sobral, que deve imprimir emoção ao longo da avenida.

A musicalidade também será reforçada pela bateria “Ritmo que Incendeia”, comandada por Mestre Klemen Gioz, que prepara uma levada com batidas tribais e marcação intensa de surdos, simulando tambores de guerra e criando uma atmosfera de batalha e resistência. A proposta é transportar o público para o universo das guerreiras, conectando o som da bateria ao conceito de força feminina e defesa do território. A cantora Lexa, anunciada como madrinha de bateria, integra a corte e deve ajudar a amplificar a presença cênica do segmento.

A Dragões da Real vai ser a terceira escola a desfilar na sexta-feira (13).

Foto: Divulgação

Acadêmicos do Tatuapé: Plantar para colher e alimentar. Tem muita terra sem gente, tem muita gente sem terra

A Acadêmicos do Tatuapé ecoa o samba-enredo com uma forte crítica social para marcar sua passagem pelo Carnaval de 2026. Vice-campeã do Grupo Especial no ano passado, a escola da Zona Leste leva ao Anhembi o tema Plantar para colher e alimentar. Tem muita terra sem gente, tem muita gente sem terra, trazendo à avenida uma reflexão sobre a desigualdade agrária e a função social da terra. O samba, interpretado por Celsinho Mody e embalado pela bateria “Qualidade Especial”, sustenta a narrativa com uma melodia “valente”, pensada para traduzir a luta histórica do povo do campo.

A composição, assinada por um time numeroso de autores, alterna trechos de lirismo místico e denúncia. A letra resgata a cosmogonia indígena, evocando Tupã como criador da agricultura, antes de avançar para capítulos mais duros da história brasileira, como o latifúndio, a escravidão e os conflitos populares por terra. Versos como “Divide esse chão, pro nosso povo colher!” sintetizam o tom de reivindicação, enquanto o refrão celebra o trabalho do lavrador como ato de fé e resistência.

No desenvolvimento musical, o samba também presta homenagem direta à agricultura familiar e ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), exaltando o pequeno produtor como responsável por alimentar o país. Em contraste, critica práticas predatórias do agronegócio, associadas ao uso de venenos e ao desmatamento. A proposta é unir consciência política e clima festivo às referências ao cotidiano rural em uma “liturgia do lavrador” que transforma a colheita em celebração coletiva.

Com projeto idealizado pelo carnavalesco Wagner Santos, a Tatuapé será a quarta escola a desfilar na sexta-feira (13). 

Foto: Divulgação

Vai-Vai: A Saga Vencedora de um povo heróico no apogeu da vedete da Pauliceia

O samba-enredo da Vai-Vai para o Carnaval de 2026 nasce como um hino de exaltação ao povo trabalhador e à memória cultural de São Paulo, trazendo cinema, história e resistência social à avenida. Com o enredo A Saga Vencedora de um Povo Heroico no Apogeu da Vedete da Pauliceia, a escola aposta em uma obra coletiva, assinada por Vagner Almeida, Danni Almeida e parceiros, pensada para ser de fácil canto e rápida adesão da comunidade. 

A letra mistura referências à estética cinematográfica, como luz, câmera e cartaz, com o cotidiano de quem construiu a cidade com as próprias mãos. O operário, o imigrante, o nordestino e o povo negro do Bixiga aparecem como protagonistas da história, substituindo heróis fictícios por personagens reais. Versos como “Quem trabalha tem alma e coração / não é ferro, nem máquina da exploração” reforçam a temática do desfile, que questiona o progresso a qualquer custo e valoriza a dignidade humana como eixo central da narrativa.

A identidade da “Escola do Povo” também está marcada na obra. Termos como “Nação Alvinegra” e “Saracura” recobram o pertencimento da comunidade da Bela Vista, berço da Vai-Vai, enquanto a mensagem de resistência ecoa nas arquibancadas. A frase “Se desacreditar, vai parar geral” virou grito de guerra entre os integrantes e simboliza o espírito combativo que a agremiação pretende levar para o Anhembi. 

É por meio do samba inspirado no teatro de revista e na era de ouro do cinema, que a Vai-Vai pretende reconectar passado e presente, reafirmar sua raiz popular e buscar o retorno ao topo do Carnaval paulistano.

A Vai-Vai será a sexta escola a desfilar na avenida na sexta-feira (13).

Foto: Divulgação

Mocidade Alegre: Malunga Léa – Rapsódia de Uma Deusa Negra 

A Mocidade Alegre vai levar para o Sambódromo do Anhembi um samba-enredo que exalta a ancestralidade e o protagonismo feminino negro. Com o tema Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra, a “Morada do Samba” prepara uma narrativa biográfica para celebrar o legado da atriz Léa Garcia, tornando sua trajetória de luta, arte e resistência em poesia cantada. Interpretado por Igor Sorriso, o samba foi concebido como um manifesto de reverência e afirmação identitária, conectando a homenageada à espiritualidade afro-brasileira e à força coletiva das comunidades negras.

Assinada por um coletivo de compositores, a obra traz referências religiosas e culturais logo nos primeiros versos, com as saudações “Laroyê”, “Mojubá” e “Arroboboi”, rememorando orixás e tradições de terreiro. A letra costura passagens da carreira de Léa, ícone do teatro e da televisão, a símbolos de resistência histórica, citando marcos como o Teatro Experimental do Negro e obras como Orfeu. No refrão, expressões como “a pele preta é armadura” e “no palco, expressão de liberdade” ressaltam o tom político e celebratório do enredo.

A proposta musical também dialoga com a estética do desfile. Sob o comando de Mestre Sombra, a bateria “Ritmo Puro” deve incorporar levadas inspiradas no Jongo e em ritmos ancestrais, criando uma batida que mistura o tradicional andamento do samba com elementos de matriz africana. A intenção é que o som amplifique a narrativa dos três atos pensados pelo carnavalesco Caio Araújo: ancestralidade, resistência e consagração, conduzindo o público por uma rapsódia emotiva que transforma dor em celebração.

A Mocidade Alegre será a terceira escola a desfilar na segunda noite do Grupo Especial, no dia 14. 

Foto: Divulgação

Gaviões da Fiel: Vozes Ancestrais para um Novo Amanhã 

A Gaviões da Fiel aposta em um samba-enredo com carga política, espiritual e identitária para o desfile de 2026. Com o enredo Vozes Ancestrais Para Um Novo Amanhã, a escola cria um manifesto em defesa dos povos originários e da preservação ambiental. A trilha é conduzida por uma obra assinada por 11 compositores, entre eles Renato do Pandeiro, Rica Leite e Luciano Rosa. A proposta é unir poesia, resistência e ancestralidade em um canto que vai além do espetáculo visual.

A letra mergulha na cosmologia indígena, incorporando termos como Yakoana, Xapiri e Omama para evocar espiritualidade, criação e conexão com a natureza. Ao mesmo tempo, o samba traz um tom de denúncia ao citar a Xawara, símbolo de doença e destruição, como ameaça que corrói a mata e os sonhos. A composição equilibra misticismo e alerta social, em uma narrativa que associa o futuro da humanidade ao respeito às florestas e aos saberes tradicionais.

O refrão principal sintetiza esse espírito combativo e coletivo: “Yandê, Yandê… vai tremer a terra / Eu sou de paz, mas tô pronto pra guerra”. O verso reforça a identidade histórica da Gaviões como a “Torcida que Samba”, conhecida por discursos firmes e engajados, agora direcionados à luta por território, dignidade e reconhecimento dos povos indígenas. 

Na avenida, a obra será potencializada pela bateria Ritmão, comandada por Ciro Castilho, que promete bossas inspiradas em rituais e sons da natureza para ampliar a atmosfera sensorial do tema. A Gaviões será a quarta escola a desfilar no sábado de Carnaval (14).

Foto: Divulgação

Camisa Verde e Branco – Abre Caminhos

A Camisa Verde e Branco tenta encerrar o jejum de 33 anos sem títulos no Carnaval de São Paulo com o tema Abre Caminhos. A escola da Barra Funda leva para o Anhembi uma homenagem a Exu, orixá da comunicação, do movimento e da transformação, em uma proposta que une religiosidade, identidade de rua e afirmação cultural. Sétima e última agremiação a desfilar no sábado (14), o Trevo encerra a noite com um canto que funciona como manifesto contra o preconceito às religiões de matriz africana.

Assinado por compositores como Silas Augusto e Cláudio Russo, o samba traz uma letra direta e de forte apelo popular, que exalta o chamado “Exu catiço” e as entidades das encruzilhadas. Versos como “Eu sou da rua, macumbeiro, sim sinhô” assumem com orgulho a herança espiritual e territorial da escola, enquanto trechos dedicados às Pombagiras destacam o protagonismo feminino e a liberdade. 

Nos ensaios técnicos, a obra mostrou grande poder de comunicação com o público. Puxado pelo intérprete Charles Silva, o carro de som ganhou reforço de uma ala musical feminina, que garantiu sustentação vocal e ajudou a manter a harmonia em alto volume do início ao fim do percurso. A tradicional “Bateria Furiosa” sustentou a cadência característica da escola, com bossas e subidas de surdo marcando os momentos-chave do samba, especialmente no verso “é olho que tudo vê”, um dos mais celebrados pela comunidade.

Com um enredo denso e um samba de forte identidade, o Camisa Verde e Branco vai na linha da mescla entre religiosidade, rua e resistência cultural para transformar emoção em pontos na competição. 

Leia mais sobre cultura na TVT News

(Visited 1 times, 1 visits today)
Aviso Importante: As vagas anunciadas neste site de empregos: portadosempregos.com.br é gratuito e te ajuda a conseguir. encontrar uma vaga para entrar no mercado de trabalho! Lembrando que é de responsabilidade da empresa anunciante, não realizamos processo de seleção ou qualquer tipo de entrevista.
grupo whatsapp portal cidadao
TAGGED:ancestralidadeAnhembiescolaslevampautasresistênciasociais
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp Telegram Copy Link
Artigo Anterior Senado aprova reforma que reduz jornada de trabalho.jpg Senado aprova reforma que reduz jornada de trabalho
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você pode gostar também

Minoria aciona TCU apos MEC omitir dados da alfabetizacao.jpg
Política

Minoria aciona TCU após MEC omitir dados da alfabetização

31 de março de 2025
governo-lula-sao-francisco-rn-foto-mdr-tvt-news
Política

águas do São Francisco chegam ao RN

15 de agosto de 2025
Empresario preso pela PF recebeu R 100 mil da campanha.jpg
Política

Empresário preso pela PF recebeu R$ 100 mil da campanha de Paes

13 de setembro de 2024
Mauro-Vieira-e-Marco-Rubio-avancam-em-negociacoes-sobre-tarifas-divulgacao-tvt-news
Política

Mauro Vieira e Marco Rubio avançam em negociações sobre tarifas

12 de novembro de 2025
favicon
Junte-se a nós!
Entre na nossa comunidade do WhatsApp e nunca perca nossas últimas notícias etc.
ACESSE O LINK ABAIXO
CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NO GRUPO
adbanner
Welcome Back!

Sign in to your account