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Leitura: China reage à guerra tarifária de Trump: ‘um beco sem saída’
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Porta dos Empregos > Política > China reage à guerra tarifária de Trump: ‘um beco sem saída’
Política

China reage à guerra tarifária de Trump: ‘um beco sem saída’

Porta dos Empregos
Ultima atualização 9 de abril de 2025 16:09
Porta dos Empregos
China reage a guerra tarifaria de Trump um beco sem.jpg
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Em documento oficial, a China lamentou protecionismo e medidas abusivas dos EUA na guerra tarifária de Trump. Veja detalhes na TVT News



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Em um extenso documento oficial, o governo da China teceu críticas elaboradas às políticas comerciais dos Estados Unidos, à guerra tarifária de Donald Trump contra todo o mundo. Pequim acusa o país de minar a ordem econômica global com medidas unilaterais, protecionistas e baseadas em pretextos políticos. Entenda na TVT News.

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A análise do governo de Xi Jinping aponta que, ao abusar de mecanismos como controles de exportação e tarifas retaliatórias abusivas, Washington estaria desestabilizando cadeias globais de suprimento e impondo custos significativos não só à China, mas também à própria economia norte-americana e ao comércio mundial como um todo. O documento é de autoria do Departamento de Comunicação do Conselho de Estado da China.

‘Terraplanismo’ econômico

Vale lembrar que as tarifas “de reciprocidade” norte-americanas foram impostas em larga escala, para todo o globo. Uma medida agressiva que contraria normas internacionais e de recíproco nada tem. Trump baseou suas contas na balança comercial do país, em termos mais simplificados o possível. Basicamente, sobretaxou países em que os Estados Unidos importam mais do que exportam; uma conta nada ortodoxa, que economistas chegaram a batizar de “terraplanismo econômico”.

Ataque geopolítico

Ainda segundo o relatório, os Estados Unidos vêm expandindo de forma excessiva o conceito de “segurança nacional” para justificar sanções e restrições comerciais a países estrangeiros, em especial à China. A crítica recai especialmente sobre as limitações impostas ao setor de semicondutores e inteligência artificial, que, segundo Pequim, afetam praticamente toda a cadeia industrial tecnológica.

Essas restrições não apenas barram o progresso tecnológico de países em desenvolvimento, mas criam uma estrutura desigual que privilegia atores já consolidados no setor.

Além disso, o documento denuncia o uso recorrente de “listas negras” por parte dos EUA para sancionar empresas chinesas sob justificativas como terrorismo, narcotráfico ou vínculos com governos como os do Irã e da Rússia. A falta de transparência nos critérios e a dificuldade de contestação legal seriam evidências de que o sistema de controle está sendo utilizado como arma de coerção econômica.

Dados reais: crescimento das exportações dos EUA com a China (entre 2001 e 2024) superam as taxas de crescimento com outros países, revelando o dinamismo da parceria comercial entre as nações.

Unilateralismo disfarçado

Outro ponto central do documento é a crítica às chamadas Seções 301 e 232 das próprias leis comerciais dos EUA. A primeira tem sido usada para impor tarifas sob o argumento de “práticas comerciais desleais por parte da China”. A segunda, por sua vez, autoriza investigações sob o pretexto de “riscos à segurança nacional”. De acordo com o governo chinês, ambas têm sido aplicadas de forma indiscriminada, sem justificativas razoáveis, ampliando o número de setores atingidos e prejudicando a confiança no sistema multilateral de comércio.

Tarifas recíprocas: prejuízos globais

A escalada mais recente veio no início deste mês de abril, quando os EUA anunciaram novas tarifas “recíprocas” sobre importações de diversos países, incluindo uma taxa de 34% sobre produtos chineses – número que subiu para 50% em resposta a contramedidas adotadas por Pequim.

Já na tarde de hoje (9), os ataques recíprocos continuaram. Até o fechamento desta reportagem, as taxas dos EUA contra a China já estavam em 125% e, da China contra produtos norte-americanos, 84%.

O documento classifica a decisão como uma violação grave das regras da OMC e alerta para os impactos econômicos em cadeia.

Inflação à vista

Entre as consequências apontadas estão o aumento da inflação nos EUA – com projeções de que os gastos das famílias americanas possam subir entre US$ 1.300 e US$ 5.400 ao ano – e a intensificação da instabilidade nos mercados financeiros. Em reação imediata, os principais índices de ações nos EUA caíram mais de 5%, enquanto o dólar se desvalorizou frente ao euro, sinalizando um abalo na confiança dos investidores.

Futuro das relações China e EUA

O documento encerra com um apelo à cooperação bilateral, destacando que, apesar das diferenças, China e Estados Unidos têm economias profundamente interligadas e exercem papel central na definição das regras do comércio e da inovação tecnológica mundial. Para Pequim, a única saída viável é o diálogo baseado em respeito mútuo e benefícios compartilhados.

“Guerras comerciais não têm vencedores, e o protecionismo é um beco sem saída”, afirma o texto, reiterando que a cooperação entre as duas potências é essencial para garantir um crescimento econômico global estável, equilibrado e justo, sobretudo diante dos desafios impostos por novas tecnologias como a inteligência artificial e a biotecnologia.

Leia um trecho do documento do governo da China

“A história mostra que a cooperação entre China e Estados Unidos traz grandes benefícios mútuos, enquanto o confronto não gera nada além de prejuízos para ambos os lados. Reforçar a cooperação sino-americana está em sintonia com as expectativas do mundo inteiro. A economia global pode crescer mais rapidamente se os mercados forem justos, abertos, transparentes e baseados em regras — algo que não pode ser alcançado sem a cooperação entre China e EUA.

As regras do comércio global precisam ser atualizadas para acompanhar as mudanças nas tendências econômicas mundiais, e isso também exige liderança conjunta de China e Estados Unidos. Com o surgimento constante de novas tecnologias e produtos, como inteligência artificial, biotecnologia e computação quântica, a cooperação entre os dois países é essencial para estabelecer regras apropriadas, manter a ordem, prevenir e controlar riscos de segurança potenciais, e garantir o uso pacífico — e não indevido — dessas tecnologias.

Guerras comerciais não produzem vencedores, e o protecionismo leva a um beco sem saída. O sucesso econômico de China e Estados Unidos representa oportunidades compartilhadas, e não ameaças mútuas. Espera-se que o lado norte-americano una forças com o lado chinês para seguir na mesma direção indicada pelos dois chefes de Estado em sua conversa telefônica no início deste ano. Seguindo os princípios de respeito mútuo, convivência pacífica e cooperação ganha-ganha, os dois países podem tratar de suas respectivas preocupações por meio de diálogo e consulta em pé de igualdade, promovendo conjuntamente o desenvolvimento saudável, estável e sustentável das relações econômicas e comerciais bilaterais.“

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